Arquivo de abril, 2010

Fisioterapeutas devidamente inscritos do CREFITO-SP (Conselho de Fisioterapia e Terapia Ocupacional do Estado de São Paulo) dão dicas de como usar o computador portátil sem que agrida a sua saúde. O notebook foi criado para manter o homem próximo do trabalho e da diversão. Steve Jobs, o mago do design e da portabilidade eletrônica levou essa ideia ainda mais longe, criando um notebook tablete, de linhas e contornos arrojados. Nos aeroportos, dentro de carros, cafés, supermercado, lá está ele. Com a chegada da internet sem fio, a febre dos computadores portáteis se alastrou para o mundo. A Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica) estima no Brasil um crescimento de 98% na venda dos notebooks, a empresa deve atingir a marca de 3,7 milhões de unidades por ano. Compramos, vendemos, falamos, namoramos, localizamos e somos localizados. Enfim, o notebook acabou virando quase que uma prótese, prolongando o alcance de nossos dedos, materializando nossa imaginação. Porém, até que o homem desenvolva um computador acionado pelo pensamento, não dá para libertar os dedos dessa escravidão.  Doenças por esforço repetitivo que atacam punho, cotovelo, ombro, pescoço e coluna já atingem 80% dos usuários. Já que não podemos viver sem ele, o melhor é trazê-lo literalmente para o seu colo. Para isso, seguem algumas dicas do fisioterapeuta Dr. Gil Lúcio Almeida do Crefito-SP: · O notebook deve ser colocado numa distância que permita uma leitura confortável e ao mesmo tempo provoque a menor inclinação possível da cabeça para frente. ·         Mantenha os dedos alinhados com o punho. O ideal é procurar um encosto confortável, já que a sua coluna e cabeça devem ficar ligeiramente inclinadas para trás. Nesta posição procure mover os olhos e não a cabeça para visualizar o teclado. A tendência é de inclinar a cabeça para frente, o que gera um empurrão no pescoço que tende a girar a cabeça em direção à barriga, forçando a contração da musculatura da nuca. · A cada meia hora faça uma pausa. Leve as duas mãos à nuca e faça uma rápida massagem nessa musculatura. Alongue a cabeça para trás fazendo movimentos suaves de rotação para um lado e para outro. Faça o mesmo com os dedos das mãos. Use uma mão para alongar os dedos da outra em direção ao dorso e à palma da mão. Os olhos são mantidos focando o monitor e o teclado pela ação de pequenos músculos. Para aliviá-los durante a massagem na nunca procure olhar para cima. ·   Lembre-se: seus dedos precisam saber localizar de forma automática a posição das letras e números no teclado. Caso tenha que olhar para o teclado na hora de digitar cada letra procure fazer um curso de digitação, pois isso vai exigir uma inclinação menor da cabeça e aumentar o seu rendimento. No teclado do notebook temos a tendência de acompanhar o pequeno espaço entre as teclas, mantendo os dedos mais próximos uns dos outros. Procure mantê-los mais afastados, tente mover um pouquinho o punho para achar as teclas. Para preservar sua visão, trabalhe sempre com fontes grandes ou aumente o zoom de sua tela. · Os laptops estão cada vez mais leves, mas procure carregá-lo em uma mochila que se pendura nas costas com alças para os dois ombros. ·  Caso tenha que usar o laptop durante muito tempo, utilize o mouse e transforme o seu computador portátil num desktop. Fique conectado em sua saúde. Prof. Gil Lúcio Almeida – Fisioterapeuta, mestre pela UFSCar, doutor (PhD) e pós-doutor por importantes instituições norte-americanas.

A partir do próximo dia 10 de maio, o pintor Rafael Murió inaugurará a mostra “Flores para São Paulo”, na Galeria Bric a Brac, sob a curadoria de Vagner Aniceto. Nesta individual, o artista declara seu amor à cidade, através da pintura de flores e da lembrança dos principais locais e atrações que marcaram a história da “terra da garoa”. Murió lembrará, também, o centenário do cantor e compositor Adoniran Barbosa, com um quadro em sua homenagem.  No total serão apresentadas 35 telas, de diversos tamanhos e técnicas, como serigrafia, aquarela e acrílico sobre tela e eucatex, utilizadas na série “Bar Brahma”, que reverencia personalidades, como Cauby Peixoto, Caetano Veloso, Ary Barroso, entre outros.   Com 47 anos de carreira, Rafael Murió faz contracenar ao classicismo do seu aprendizado, o romantismo de sua personalidade sonhadora. Ele é um homem de emoções — emoções estas que são transferidas a todas as suas obras. Reconhecido internacionalmente, vem se destacando por ser um dos pintores com maior presença em eventos internacionais. Recentemente, participou da Artexpo New York (Estados Unidos), considerada a maior Feira de Artes do mundo, e foi convidado a representar o Estado de São Paulo no “XV Circuito Internacional de Arte Brasileira”, previsto para os meses de maio e junho, em Berlim (Alemanha) e Praga (República Tcheca), respectivamente. Suas obras estão presentes em acervos de grandes colecionadores, principalmente europeus, americanos e australianos. No País, podem ser encontrados nos principais leilões do mercado de arte, além de galerias e museus. Detém inúmeros certificados, prêmios e menções honrosas, além de registros em diversos guias de arte. É filiado à Associação Internacional de Artes Plásticas (AIAP UNESCO), à Associação Internacional de Arte (IAA UNESCO), à Academia Latino-Americana de Arte (ALA), Academia Brasileira de Arte Cultura e História (ABACH), à Associação Paulista de Belas Artes (APBA) e ao Sindicato dos Artistas Plásticos no Estado de São Paulo (SINAPESP). Serviço: “Flores para São Paulo” – Exposição individual de Rafael Murió. Vernissage: dia 11 de maio, a partir das 20h30. Exposição: de 10 a 29 de maio — segunda a sexta-feira, das 9 às 19 horas, e sábados, das 9 às 13 horas. Local: Galeria Bric a Brac ; Al. Jauaperi, 996 – Moema. Informações: (11) 5055-0874. Entrada gratuita

A mostra ficará em cartaz até 4 de maio, de segunda-feira a domingo das 10h às 17h (exceto feriados). Entrada Franca.  A nova exposição reúne 15 registros fotográficos coloridos feitos por Paulo Berton. O trabalho valoriza os movimentos do mundo, da natureza e do ser humano. Para tanto, ele utiliza alta e baixa velocidades do obturador, congelando imagens ou revelando essências do movimento como o deslocamento de água, automóveis, motos e bailarinos em pleno ar. A mostra inclui a fotografia Jump, premiada como uma das melhores do mundo no Concurso Internacional de Fotografia Ballantine’s, em Londres (Inglaterra).  Sobre o fotógrafo –  Paulo Berton é designer formado pela Universidade Mackenzie. Em 1978, começou sua carreira como fotógrafo autodidata, profissionalizando-se seis anos mais tarde. Em 1986 montou seu primeiro estúdio fotográfico e, desde então, se dedica a diversos ramos da fotografia, como publicidade, arquitetura, editoriais, eventos, natureza e espetáculos. Já desenvolveu trabalhos para a Revista Veja e para os jornais Folha de São Paulo e Diário da Região. Como resultado dessa caminhada, Paulo Berton tem em seu currículo exposições, títulos e prêmios nacionais e internacionais. Países como a Turquia, EUA, Inglaterra, França, Áustria, Itália e Croácia conheceram o que de melhor o autor tem produzido. O Japão, país que realiza os mais importantes concursos dessa natureza, o premiou por duas vezes com medalha de bronze. Em 2005 realizou, pelo SESI a exposição “Bonito – Fotografia Ecológica” e em 2010 a “Imagens = Sons”  CONTATO COM O ARTISTA: http://www.pberton.com.br ; paulo_berton@hotmail.com . SERVIÇO : Exposição: Moviiimento! Local: SESI Catumbi – Rua Catumbi, 318 – Bairro Belém. Datas e horários: Até 4 de maio de 2010 – De segunda-feira a domingos, das 10 às 17 horas, exceto feriados. Informações: (11) 2693-3180 / 2291-1444 Ramal 235. Entrada: franca

Há três décadas morria Alfred Hitchcock, diretor que inventou um estilo próprio de filmar tramas psicológicas, fazendo escola até hoje Há 30 anos morria o mestre do suspense do cinema, o diretor inglês Alfred Hitchcock, responsável por criar mais de 50 longas e cenas clássicas da história da cinematografia. Quem não se lembra da cena do chuveiro, onde Marion Crane é assassinada no banheiro do Bates Hotel no filme Psicose? Ou do ataque de aves pretas a humanos na cidade de Bodega Bay, em Os Pássaros? Foram vários os clássicos dirigidos por Hitchcock ao longo de seus 80 anos (leia box ao lado), que, apesar de ter sido indicado cinco vezes ao Oscar de melhor diretor, nunca levou a estatueta. Nada de monstros aterrorizantes, fantasmas e espíritos, zumbis ou qualquer tipo de tema sobrenatural. O suspense de Hitchcock vinha, basicamente, aliado aos personagens humanos. Seus filmes, com efeitos, trilha sonora, edição, fotografia e direção de arte bem trabalhados deram a Alfred status de grande diretor. Nas produções o clima de tensão era aumentado pelas características psicológicas dos personagens, os cortes de câmera e as cenas precisas e longas. Nascido Alfred Joseph Hitchcock, em Leytonstone, na Inglaterra, começou a carreira em 1919, fazendo filmes mudos da Paramount. Em 1925 terminou seu primeiro filme e, um ano depois, estreou na categoria longa-metragem com o suspense, O Inquilino. Na época Hitchcock começava a imprimir sua marca como diretor, trazendo tramas que permeariam por toda sua carreira. Casou-se com Alma Reville e teve a única filha, Patricia Hitchcock, que atuou em alguns de seus filmes. O primeiro filme sonoro britânico, Chantagem e Confissão, dirigido por ele trouxe a conexão entre sexo e violência, tema que faria parte de vários outros longas do diretor. Na década seguinte, Hitchcock acumulou sucessos graças à crítica francesa, a primeira a reconhecer seu trabalho. Em 39 Degraus, o diretor usou pela primeira vez a técnica chamada por ele de MacGuffin, que consiste em usar um objeto para ajudar no desenrolar da história, mas mais tarde se torna sem valor para a trama. Em Psicose, o MacGuffin é o dinheiro roubado por Marion. Em 1939 o diretor mudou-se para Hollywood, ganhou cidadania norte-americana, e criou o filme Rebecca – A Mulher Inesquecível rendeu nove indicações ao Oscar (vencendo apenas a de melhor filme e fotografia). Festim Diabólico, o primeiro filme colorido de Alfred, ganhou notoriedade por ter grandes cenas em plano-sequência, referências a Nietzsche e ao homossexualismo. Na trama, Brandon e Philip matam seu amigo David, por se considerarem intelectualmente superiores. O filme de 80 minutos possui 10 tomadas, com cerca de oito minutos cada. Nas décadas de 1950 e 1960 Hitchcock consagrou-se como o grande nome do cinema de suspense, com clássicos como Os Pássaros e Psicose.

Concebido e dirigido por Cláudio Figueira (conhecido pelo sucesso Sinatra, olhos azuis, assistido por 80 mil pessoas) e Renato Vieira (diretor de movimento dos principais musicais do Rio), O Som da Motown coloca no palco, cinco intérpretes apresentam hits dos grupos The Jackson Five e  The Supremes, entre outros, com célebres canções eternizadas por astros e estrelas como Michael Jackson, Diana Ross, Stevie Wonder, Lionel Richie e Marvin Gayes. Cláudio Figueira e Renato Vieira apostam em cinco estrelas da nova geração para dar corpo e alma aos grandes sucessos da Motown. São elas Simone Centurione, Thalita Pertuzatti, Ellen Wilson, Alcione Marques e Débora Pinheiro. Para acompanhá-las estão ao vivo no palco os músicos Fernando Lopez (teclados), Robson Rodrigues (baixo), Marcio Amaro (bateria), Moisés Camilo (guitarra) e George de Oliveira (sax). Ao longo de cinco blocos, as intérpretes realizam sete trocas de figurinos. No total o elenco veste 34 peças de figurinos. O Som da Motown não ambiciona documentar a história da gravadora. O musical quer é resgatar a emoção de um dos períodos mais importantes da história da música norte-americana, considerado precursor da Era do Disco dos anos 1970. Entre os blocos, uma colagem audiovisual é exibida em um telão, pincelando personagens e fatos históricos das épocas retratadas. “Privilegiamos a música e, para isso, contamos com esse fantástico elenco feminino de cantoras e uma banda de altíssimo nível”, destaca o autor, diretor e coreógrafo Cláudio Figueira, fundador da Só de Sapato Produções. “Com muito carinho e cuidado, lançamos mão de uma extrema liberdade poética para retratar a Motown, representante de uma sonoridade que marcou a vida de milhares de pessoas daquelas gerações. Queremos que a juventude de hoje venha conhecer o que ela representou”, propõe Renato Vieira. Coube à pesquisadora e produtora Carmen Figueira mergulhar no universo musical da Motown. Ela é a responsável pela escolha das 50 canções do musical, dentro de um rico universo de 150 músicas reunidas em seis CDs. Responsável pelos arranjos, o músico Fernando Lopez declarou ter experimentado um grande desafio ao conhecer mais profundamente a Motown. O Som da Motown (90 MINUTOS). Classificação Etária: Livre. TEATRO DAS ARTES (742 LUGARES). Avenida Rebouças, 3970 – Shop. Eldorado. Bilheteria: de terça a domingo, a partir das 14h. Aceita cartão de débito e crédito, exceto Amex. Não aceita cheque. Informações: (11) 3034.0075. Sextas e Sábados, às 21h30. Domingo, às 18h. Preço: Sexta R$ 60,00. Sábado e domingo R$ 70,00. Até 30 de maio de 2010.

Galera o mes de maio será um mes de surpresas boas no TAH LIGADO e já começamos no  dia 07 de maio quando  Maga Lieri e Paulo Ragassi recebem LEO MAIA que aprendeu e herdou do pai, Tim Maia, o que ele tinha de melhor: o talento musical. Conviveu com músicos de prestígio como Robertinho Silva, Jorge Benjor, Serginho Trombone e Paulinho Black. Foi vendo e ouvindo pessoas de talento, estudando e respirando música, que formou sua concepção musical. Seu show é pura energia. Com swing e carisma Leo empolga, embala e contagia através de seu repertório, que conta com arranjos e composições próprias. Leo Maia é um grande soulman e, além disso, é protegido de Jorge… e de Sebastião. Disco traz 11 faixas inéditas e fecha trilogia “O Santo, o Cavalo e o Dragão” “O Sopro do Dragão” é o encontro de sons que criei ao longo dos três álbuns” dessa forma, Leo Maia resume o novo CD lançado pela LGK Music/Som Livre. Se em Cidadão do Bem, de (2008), o Funk falou mais forte forte, esse chega voltado para as raízes, onde o cantor e compositor une samba soul e gafieira impregnados de alma black music. Terceiro da trilogia que começou com “Cavalo de Jorge”(2005),”Sopro do Dragão”traz 14 faixas, sendo 11 inéditas.Entre as regravações, está”Homem do espaço”, de Jorge Benjor, que abre o disco já dando pistas do suingue encorpado que vem a seguir.Clima aliás, já indicado no próprio título,retirado de um dos versos da faixa”Bendita Gafieira”.A metaleira parecia o sopro do dragão/Cuspia marimbondo lançava fogo no salão/(…)O que é que tem a gente dançar,dançar/suingue e gafieira a vida inteira”. É um disco impregnado de lembranças da infância.Ouvi muito Trio Mocotó, Black Rio,sambas dos anos 40 e 50, lembrando da época que era garoto e freqüentava a Estudantina.Isso tudo pra me inpirar para o novo, o autoral”,conta Leo que compôs 9 músicas.”Eu gosto mesmo é de namorar”, “Ela dança Gafieira”, “Agora Você Volta”, Seda Chinesa”, Funk na Laje”,Amor A Moda Antiga”com Seu Jorge, “I Go I Go” com Cássio Calazans, “Amor em Movimento” com Jerônimo, e “Bendita Gafieira” com Otávio Moura. O amor, nas músicas de Leo, é abordado de forma direta, sem muito blá-blá- blá. Em “Amor a Moda Antiga”ele reclama dizendo que a amada”vacilou e me deixou na pista”.Já em “Eu Gosto Mesmo é de Namorar”, com uma deliciosa pegada blues, ele se anima quando encontra uma menina que sabe o quer/Sem rodeios e sem mentiras pois é /Assim que tem que ser meu bem”.”Revanche”do Hyldon/Jorge Ailton, “Sorriso Falso” de Lincoln Olivetti/Ronaldo Barcellos, e “Relva Verde” de Junior Barriga/Beto Petê, Leo embala os casais apaixonados daquele jeito mansinho e sedutor. Devoção a São Jorge – Místico confesso – se sentir algo estranho no ar, ele veste uma camisa de São Jorge.Leo Maia mais uma vez mergulha na devoção para realizar um trabalho.”Daí veio o nome da minha banda “Cavalo de Jorge”, título também do meu 1º disco.Na seqüência nasceu meu filho, que batizamos de Jorge.Agora vem o ‘Sopro do Dragão’, carregado do fogo que simboliza tudo relacionado ao Santo Guerreiro, fechando a trilogia,”O Santo, o Cavalo e o Dragão”, explica Leo.O elemento fogo embasou tambem o ensaio fotográfico de divulgação, uma concepção assinada por Marcos Hermes.”É o fogo da renovação e além disso mostra um lado mas romântico de meu trabalho, diz Leo. A produção e os arranjos que incluem um naipe de cordas, são de Julinho Teixeira .Ele também toca teclados no disco, que conta com Jamil Joanes no (Baixo), Marcos Suzano (Percussão), Seginho Trombone (Metais), Chocolate (Bateria), Cssio Calazans (Guitarra, Baixo e Violões), André Valle (Guitarra), Jessé Sadoc (Trompete) entre outros.”É a realização de um sonho poder tocar com essas pessoas!”, elogia Leo, que toca Violão no CD. Foi no outono de 1976, no dia 11 de Março, que nasceu no Rio de Janeiro, Márcio Leonardo. Naquele dia, a música e a alegria marcaram a sua chegada ao mundo. A Maternidade, em Botafogo, tremeu com a festa que Tim Maia, Cassiano e Paulinho Guitarra fizeram para comemorar seu nascimento. “Éramos muito apegados”, conta Leo Maia. Ser filho do cantor Tim Maia, que morreu em 1998, aos 55 anos, não é moleza. Para Leo Maia, os dois sempre tiveram forte ligação espiritual. Místico, o Síndico da MPB profetizou o futuro do filho ao gravar a canção “Márcio Leonardo e Telmo”, no álbum Tim Maia, lançado em 1976, pela gravadora Universal. Num dos trechos, ele diz: “O Márcio Leonardo veio na Seroma pra brincar! O Márcio Leonardo veio na Seroma pra tocar seu violão, seu piano!” “Leo” foi o apelido que o cantor recebeu ainda na infância. Era uma criança normal e alegre. Ele, durante os ensaios da banda Vitória Régia, costumava dormir sobre os rolos de fios. Pegou num violão pela primeira aos 7 anos – aprendeu com o pai a tocar o instrumento, e logo de cara tirou os acordes da música “Sossego”. “Meu pai foi entregador de marmitas. Não esqueço minhas origens. Como eu, gostaria que outras crianças e jovens carentes tivessem a oportunidade de entrar em contato com a música. É uma opção transformadora”, comenta o cantor. Sopro do dragão – Leo MaiaCada vez mais samba soul, cada vez mais intuitivo. Assim pode se descrever a fase atual de Leo Maia, que lança o 3º CD “Sopro do dragão” (LGK Music/Som Livre). Das 14 faixas, 11 são inéditas, sendo nove de autoria de Leo, como “Bendita gafieira”, “Funk na laje”, “Ela dança gafieira” e “Amor à moda antiga”, essa última em parceria com Seu Jorge. Cássio Calazans e Jerônimo também são parceiros de Leo em “I go I go” e “Amor em movimento”, respectivamente. O disco traz ainda a regravação de “Homem do espaço”, de Jorge Benjor. Segundo o cantor e compositor, o novo trabalho está voltado para as raízes, com muito samba soul e gafieira impregnados da alma black music. Os arranjos são de Julinho Teixeira, que também toca teclados no disco, que conta com Jamil Jones (baixo), Marcos Suzano (percussão), Serginho Trombone (metais) entre outros músicos. – Cidadão do Bem Depois de dois anos pesquisando e compondo o repertório de “Cidadão do Bem”, o cantor LEO MAIA, herdeiro musical de TIM MAIA, e a LGK Music lançaram em 2008, com distribuição da gravadora Som Livre, seu segundo CD. Black Music, Rock´n Roll e Soul. Estes são os ritmos do novo trabalho de Leo Maia. O músico continua no curso que sempre defendeu em quinze anos de carreira, entretanto, desta vez, tudo tem ainda mais a sua cara porque a produção do disco é assinada por ele sob a direção de seu mestre, Líber Gadelha, produtor musical e diretor artístico. No repertório, toda a alma do Soulman que apresenta oito canções autorais, além de regravações como “Baby” de Caetano Veloso, “Como Vovó Já Dizia” de Raul Seixas e Paulo Coelho e para estourar, a interpretação de “Eu Amo Você”, de Cassiano e Rachael, sucesso do pai, gravado no seu primeiro LP, de 1970. Cavalo de Jorge – lançado pela Indie Records, em 2005, foi o primeiro disco do cantor e compositor Leo Maia, que reuniu 13 canções, das quais oito próprias. Com o trabalho, ele mostrou que pode simplesmente ter a influência do pai, sem necessariamente revisitar a obra dele. Mas é o suingue que lhe corre pelas veias é que fala mais alto. “Sou cria de baile”, define-se. “A maior contribuição do meu pai foi conciliar a soul music internacional com a MPB. Essa foi a grande sacada.” E essa é sua fonte primordial para fazer música, apesar de ele preferir não se associar diretamente a um ou outro estilo. “Definir um estilo para mim é complexo. Sou mutante, artista tem de ser mutante, experimentar. Sou operário da música e fã dos mestres”, afirma o artista. No álbum, Leo vestiu o suingue de rock, samba, soul, groove e até reggae. “O suingue é inerente, está em qualquer estilo.” Começou bem, com o contagiante rock-soul “Doidão”. Exibiu plena afinidade com o groove em faixas como “Ela Dá um Show” e “Soul Plebe”, e para provar que não está fechado a estilos, arriscou no campo romântico na balada “História de Amor”, que foi tema de Malhação, na Globo. Dia 07 de maio às 15 h no programa TAH LIGADO, pela http://www.alltv.com.br.

Durante o Bazar organizado por Malu Bresser Pereira, Regina machado faz Pocket Show de lançamento do CD “Agora o Céu Vai Ficando Claro” (Cantos Discos acompanhada por Ítalo Perón (Violão 7 cordas) e Norberto Vinhas (Violão de Aço). A cantora mostra canções de uma geração atual de compositores, como Luiz Tatit, Chico Saraiva, Fred Martins, Dante Ozzetti e Fábio Barros., entre outros. No repertório, amor e existência são traduzidos com suavidade e intensidade por Regina em cações inéditas como Anágua, e Costume, além de releituras de Amarras e Os Passionais. Dia 01/05, às 16 h. Avenida Roberto Lorenz, nº 426, Jardim Guedala, fone (11) 3721-0023. Regina Machado lança terceiro CD Agora o Céu Vai Ficando Claro. Acompanhada pelos violões de Italo Peron e Norberto Vinhas, Regina mostra composições de Luiz Tatit, Chico Saraiva, Fred Martins, Dante Ozzetti e Fábio Barros. A escolha das canções para este trabalho se deu passo a passo. Senti que elas se atraíam umas às outras. Teciam uma trama de sentido como se quisessem se expressar independentemente de minha escolha. Elas tinham algo a dizer e se mostravam a mim para que eu fosse o instrumento dessa expressão.  Então, aqui estou eu a serviço delas. Repertório: Regina Machado e Silvia Ferreira Produção Musical: Italo Peron, Regina Machado e Silvia Ferreira Gravação: Norcal Studios  Técnico de Gravação: Brandan DuffeyEdição e Mixagem: Brandan Duffey, Italo Peron e Regina Machado Masterizado no Reference Studio por Homero Lotito Projeto Gráfico e Fotos: Silvia Ferreira.  “Antes de mais nada, me considero mais cantora que compositora. Dessa forma fui encontrando canções, ou talvez, elas tenham me encontrado, que diziam exatamente o que eu queria dizer, que falassem de amor, que tivessem uma densidade, mas que tratassem do tema com leveza, sem sofrimentos exagerados. Então, me dediquei exclusivamente a interpretar”. É assim que a cantora e compositora Regina Machado explica seu terceiro CD Agora o Céu Vai Ficando Claro (Canto Disco http://www.tratore.com.br), no qual aparece acompanhada pelos violões de Italo Peron e Norberto Vinhas, e mostra composições de Luiz Tatit, Chico Saraiva, Fred Martins, Dante Ozzetti, Makely Ka e Fábio Barros entre outros. O violão, instrumento sempre presente no trabalho de Regina, desta vez é o foco nos arranjos. “Toda a relação com a música começou por causa do violão. Primeiro aprendi a tocar e isso era o que realmente me interessava, cantar veio depois. Ele é um instrumento que permite que a música seja feita com muita intimidade e foi esse resultado que busquei nesse trabalho: intimidade, proximidade e leveza. A parceria com o Italo é antiga, já tocamos juntos em diversos formatos, por isso, quando pensei no álbum logo imaginei que ele seria o músico. Com o Norberto a parceria é mais recente e ele contribui com sua linguagem mais próxima do pop, o que trouxe um elemento interessante para nossa realização musical”. Regina tem dois Cds lançados, Sobre a Paixão (2000) e Pulsar (2004), sendo que com este último inaugurou, em parceria com Silvia Ferreira, seu selo Canto Discos. Faz doutorado no Departamento de Semiótica e Linguística da USP, sob orientação do professor e compositor Luiz Tatit. Graduou-se em Música Popular pela Unicamp, onde atua desde 2002 como docente de Canto Popular e História do Canto na Música Popular Brasileira. Em 2007 obteve o título de Mestre em Música pela Unicamp com o trabalho A Voz na Canção Popular Brasileira: um estudo sobre a Vanguarda Paulista, a ser lançado em 2010, pelo Atelier Editorial. Inaugurou em 1997 a escola Canto do Brasil, voltada para o ensino do canto popular baseado na sonoridade da voz na canção brasileira. No repertório, amor e existência são traduzidos com suavidade e intensidade por Regina em canções inéditas como Anágua (Chico Saraiva/Makely Ka) e Costume (Saraiva/Celso Viáfora), além de releituras de Amarras (Fábio Barros) e Os Passionais (Dante Ozzetti/Luis Tatit). ITALO PERON – Também arranjador e compositor, o paulistano Italo Peron atua desde 1980 em trabalhos próprios ou de Diana Pequeno, Francis Hime e Silvio Caldas. Em 2002, fez a direção, produção musical e arranjos da caixa com quatro Cds Acerto de Contas (Biscoito Fino) de Paulo Vanzolini, sob supervisão do compositor. Esse projeto contou com participação de Chico Buarque, Paulinho da Viola, Martinho da Vila, Márcia e Miúcha.. NORBERTO VINHAS –  Nasceu em Goiânia mas foi criado em Maceió (AL), onde formou-se em Licenciatura em Música na Universidade Federal de Alagoas. Por várias vezes atuou como músico do festival Canta Nordeste. Em 2004 mudou-se para São Paulo, onde atua como músico, professor e produtor musical. É co-produtor e arranjador do CD SoftSamba (Lua Music/2006). Tem atuado com artistas como Luiz Melodia, Zeca Baleiro, Miriam Maria, Moisés Santana e Fernanda Guimarães.