Arquivo de março, 2012

LAURA FINOCCHIARO é a entrevistada do PROGRAMA TAH LIGADO! Desta sexta-feira dia 30 de março.  LAURA FINOCCHIARO vai realizar um show emocionante e histórico no próximo dia 5 de abril. O palco do MADAME, clube legendário da noite paulistana nos anos 80 e que acaba de ser reaberto em São Paulo no local original, receberá a versão 2.0 de seu show Avoar, verdadeiro evento multimídia que estreou no Harbourfront Centre, em Toronto (Canadá), e teve uma temporada de sucesso no Brasil em 2011. LAURA começa 2012 apresentando a versão 2.0 de seu “pocket high tech show” – eletroacústico e multimídia – no MADAME, lugar central na vida e carreira da cantora. Foi lá que ela conheceu Cazuza e do encontro nasceu a canção “Tudo é Amor”, composta pela dupla e entoada, além dos dois, por Ney Matogrosso no LP “Quem não vive tem medo da Morte”. Após quase seis anos fechada, a casa reabre com novo nome e programação de shows dos melhores artistas do circuito alternativo. Sob a administração dos sócios Gé Rodrigues e Igor Calmona, o MADAME (localizado no histórico casarão do número 873 da Rua Conselheiro Ramalho) também será um centro cultural durante as tardes, com cursos, peças teatrais e exposições. Para celebrar a reinauguração de um dos eixos centrais da noite paulistana dos anos 1980, Avoar – que leva o nome de seu “hit“ criado e produzido ao lado do DJ Tiko’s Groove – será apresentado em versão 2.0 no próximo dia 5 de abril, no novo clube. Desta vez, o show aparece mais malicioso, underground, “sujo”, resgatando o espírito transgressor da casa e da vida noturna das décadas passadas, mas mantendo a aura dançante e pop de ambos. As mudanças, além da disposição de luzes e da qualidade do som, chegam também ao repertório. Para a nova fase, sai a parte mais romântica da apresentação, que contava até com um clássico de Roberto Carlos, para dar lugar a um momento punk rock, que celebra e relembra a época. Mais irreverente e usando da liguagem dance punk rock, o show aparece com um caráter mais nervoso, e traz músicas que marcaram época. “Entram na nova fase do show duas composições minhas com Cilmara Bedaque, ‘Mercenárias’ e a ambígua ‘Garotos e Garotas’. Para relembrar os anos 80, incluímos também a divertida ‘A história da guria que foi trocada por um joguinho eletrônico’, que aborda esse momento cheio de vida e música desta década. Para completar o quarteto, incluímos a ‘Gata da Rua’, tema que apresentei no Rock In Rio 2 e que volta mais ‘malvadinha’, minimalista, uma espécie de mistura entre Kraftwerk e Sex Pistols”, revela LAURA sobre o novo Avoar, adaptado ao clima do MADAME. Ouça a nova versão de “A história da guria que foi trocada por um joguinho eletrônico” AQUI, na entrevista que Laura concedeu ao programa CBN Mix Brasil, na Rádio CBN. Na apresentação, Laura canta, toca guitarra, cavaquinho e um violão “MIDI”, que permite a “soma” de synths virtuais à sonoridade eletroacústica. Seguindo o espírito “ecoglitter”, AVOAR resgata um repertório dos principais temas interpretados ao longo de quase três décadas de carreira musical da artista. Composições próprias como “Dinheiro”, “Conexão” e “Link”, fazem parte do set list, bem como temas populares da MPB, que ganham grooves e novas harmonias, e “Meci Bon Dieu” – música folclórica da Martinica, cantada em dialeto creole. SERVIÇO: LAURA FINOCCHIARO: 30 ANOS DE INDEPENDENCIA NO PROGRAMA TAH LIGADO! – LOCAL – WWW.alltv.com.br – HORÁRIO: 16h – PROGRAMA TAH LIGADO – Apresentação: ANABEL BIAN & PAULO RAGASSI.

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Na “FNAC Paulista” a cantora Lia Cordoni fará um “Pocket Show” com canções de seu Álbum de estréia , o “Samba-Fusão” , e estará lançando seu primeiro vídeo-clipe oficial, que será exibido no telão da loja, logo após o show. As canções são todas de autoria do compositor Jairo Cechin, concebidas especialmente para este álbum.

Confiram o Making Of do Video Clip:

O sincretismo religioso, nossa afro-descendência, o gingado da mulher brasileira e a desigualdade social são temas presentes nas letras. Músicas inspiradas nas vertentes do samba, passeiam por outros gêneros musicais, sem estigmas. Um sambaião, outro samba primo da bossa, um samba-soul, um ijexá que se transforma em samba-de-roda, outra canção com influências de choro e maxixe… Tudo isso caracteriza o “Samba-Fusão”: um projeto que busca a união do tradicional com o contemporâneo; um samba estilizado que retrata um pouco da mistura que é o nosso Brasil.  Formação Banda: Jairo Cechin: violão e guitarra, Stefano Moliner: baixo, Rodrigo Mardegan: bateria. Distribuição CD Samba-Fusão: TRATORE – www.tratore.com.br. Ouça as canções em: www.liacordoni.com. SERVIÇO: Lançamento do Primeiro Vídeoclipe Oficial da cantora Lia Cordoni, filmado na cidade de São Paulo/SP.  FNAC Paulista  – Data: 11/04/2012 quarta-feira às 19:30h

Nesta sexta, dia 23 de março no PROGRAMA TAH LIGADO, Anabel Bian & Paulinho Ragassi recebem nos estúdios da allTV a cantora JEANNE DARWICH. O tema central do novo disco de Jeanne é o amor. Destacam-se a regravação de dois clássicos da década de 1930 – “Sertaneja”, de René Bittencourt, lançada por Orlando Silva em 1939, e “Noite Cheia de Estrelas”, de Cândido das Neves, sucesso de Vicente Celestino em 1937 -, e três inéditas: “Outra parte”, de Jeanne Darwich, Sidney Cazanova e Jacqueline Darwich, “Água de ouro”, de Paulo César Pinheiro, e “Bendita voz do sentimento”, de Eudes Fraga e Zé Renato Fressato: – Quando Eudes cantou a música para mim, fiquei encantada e na mesma hora me veio a ideia de ser este o título do CD. Eudes, o produtor do disco, e Brahim Darwich, o pai de Jeanne, auxiliaram a cantora na escolha do repertório, que privilegiou músicas com letras e melodias de qualidade, mas que não sejam tão conhecidas como merecem pelo grande público. O resultado final é um conjunto de 14 canções que falam do amor de variadas formas: o amor sentimento, o amor correspondido, o amor abandonado e mesmo o amor em realizar desejos, como o de ir ao mar. SERVIÇO: A VOZ E O TALENTO DE JEANNE DARWICH NO PROGRAMA TAH LIGADO! – 23 DE MARÇO DE 2012 ÀS 16 HS pela http://www.alltv.com.br. APRESENTAÇÃO: Anabel Bian & Paulo Ragassi.

Estreia no próximo dia 23 de março o filme “Raul – o início, o fim e o meio”, que, com depoimentos de familiares, amigos e companheiros de Raul Seixas, conta a vida pessoal e profissional do maluco beleza. Na onda dos novos documentários que fazem a arqueologia dos primórdios da cultura pop nacional, Raul – O Início, o Fim e o Meio, de Walter Carvalho, é o filme que vem para reaproximar a lenda histórica da emoção que um dia ela causou. Raul Seixas (1945- 1989), o mito fundador do rock nacional, ressurge inteiro em sua capacidade de mobilizar, causar ternura, rebelião, beleza, atração, repulsa, orgulho, piedade, espanto.  Para reproduzir uma definição do próprio artista, é um filme que deve catapultar uma nova onda de “raulseixismo”. Segundo dados da produção, mesmo 20 anos após sua morte, Raul Seixas é um dos artistas que mais vendem discos no País, cerca de 300 mil cópias ao ano. Seus álbuns podem ser encontrados na loja Amoeba de Los Angeles ou num shopping center de Gifu, no Japão. No início do filme, um sósia de Raulzito desliza por uma autoestrada com uma motocicleta, e a essas cenas são contrapostas imagens do filme Sem Destino (Easy Rider), ícone da contracultura e essência do road movie. A trilha do passeio funde rock’n’roll e baião, cultura americana e periferia de Salvador, imagem e reflexo, o som e o eco. É como se o diretor dissesse: inicio o trabalho de decifrar essa esfinge, mas não prometo a ninguém que chegarei ao fim ou que não tomarei partido dela. Seria mesmo impossível: encontro de Jackson do Pandeiro com Jim Morrison, de Sid Vicious com Zé do Caixão, Elvis Presley com Odair José, Raul desfila seu charme, intuição e genialidade ao longo das 2 horas de sessão e se mostra um dos mestres irresistíveis da cultura brasileira. Performer ensandecido, artista que intuía que a razão não podia ser a única moeda criativa (e foi em busca de outros motivos), ele ressurge frente ao fã a todo momento como um Cristo ressurrecto, seja nas lágrimas das filhas, na determinação das ex-mulheres ou no testemunho dos amigos e dos inimigos. “Ao começar, minha única intenção era conhecer Raul Seixas. Eu não faço filme para provar nada”, diz o diretor Walter Carvalho. “Achava e continuo achando que um mito como Raul não tem explicação e nem deve ter. Ele está no inconsciente das pessoas.” O esforço biográfico desencavou imagens inéditas de diversos arquivos e cerca de 94 (50 estão no filme) entrevistas em Salvador, São Paulo e Rio de Janeiro e no exterior (Suíça e Estados Unidos), reunindo ex-mulheres, filhos, amigos de infância, músicos, profissionais da área musical e parceiros, como Paulo Coelho. O desfile de familiares e amigos é vertiginoso – quando Dakota, o neto de Raulzito, surge em cena, exibindo a mesma cara desafiadora e alegre do avô, um colar de couro neo-hippie no pescoço, a disposição de ouvir os discos do velho no quarto, é como uma redenção para o espectador. Raul não nutria grande simpatia por Caetano Veloso, um dos depoimentos mais marcantes do filme, e a MPB dita “universitária” sempre teve preconceito em relação à obra dele – considerada por intelectuais da música como simplista, “tresacordista” demais, escorada muitas vezes numa sonoridade típica do brega nacional. Ainda assim, é tocante a sinceridade de Caetano ao admitir a genialidade da canção Ouro de Tolo e do seu verso preferido (“Ah! Mas que sujeito chato sou eu que não acha nada engraçado: macaco, praia, carro, jornal, tobogã; eu acho tudo isso um saco”). O documentário provoca grandes cenas de humor involuntário, como quando confronta Paulo Coelho, escritor e ex-parceiro de Raul Seixas, com seu contrato com uma seita satanista. Paulo Coelho não voltou para rescindir o contrato, diz seu ex-mestre, o que deixa o autor (que ficou muito rico) apreensivo. A habilidade de colocar o dedo nas feridas traz rancores adormecidos à tona: traições conjugais, brigas, esquecimentos. A equipe do filme deixa sem graça o irmão vivo de Raul Seixas, Plínio, com a lembrança de que a canção Meu Amigo Pedro foi feita em sua “homenagem”. Diz assim: “Hoje eu te chamo de careta, Pedro/E você me chama vagabundo”. As cenas que mostram os últimos shows de Raulzito, já decadente, são dolorosas. Mas sempre muito reveladoras. O encontro no palco com o antigo partner, Paulo Coelho, o surpreende e maravilha. Mas, no camarim, Paulo Coelho não consegue ser senão protocolar com Raulzito, que quer abraçá-lo, conversar com ele. Raulzito tinha se tornado um fardo, um constrangimento para os amigos. Não é um documentário definitivo, haverá sempre uma parte inédita de Raul a ser revelada. Baiano alegre que, aos 9 anos, imitava Elvis Presley, e, aos 20, já tinha mudado a face da música brasileira, Raul contaminou gerações com seu toque libertário. SERVIÇO: RAUL – O INÍCIO, O FIM E O MEIO – Direção: Walter Carvalho. Gênero: Documentário (Brasil/2011, 120 min.). Classificação: 12 anos. Estreia dia 23. Fonte: Estadão.

Manoel Cruz, Denys Cristian, Dino Daia, e Ricardo Berti ontem no PROGRAMA TH LIGADO! demonstraram como nossa musica instrumental brasileira eh rica e feita com muita propriedade. Nossa atitude em trazer a musica instrumental ao programa todos os meses, tem esse objetivo, e o principal: mostrar que podemos formar um novo publico para o instrumental, e batalharemos por isso!!

Segue o Programa gravado em nosso canal do youtube:

Nesta sexta-feira no PROGRAMA TAH LIGADO!, Anabel Bian & Paulinho Ragassi mostram o melhor da música instrumental brasileira com MANOEL CRUZ!Contrabaixista, Compositor, Arranjador e Produtor. Estudou na Fundação das Artes de São Caetano do Sul – SP e Universidade Livre de Musica Tom Jobim do Estado de São Paulo. Sideman de vários artistas no Brasil e no exterior tais como: Adylson Godoy (Maestro e Pianista), Chico di Medori Grupo, Pery Ribeiro, Claudia, Mirian Mirah, Carmen Silva, Noite Ilustrada, Carlos Alberto, Silvinho, Art Popular, Grupo Malícia, Almir Guineto, Jovelina Perola Negra, Remix Samba, Cia Sargentelli, Adriana Godoy, Grazi Medori, Arthur Doca, Ana Brasil & Ronaldo Perez entre outros. Participou dos programas: Ensaio (TV Cultura com Adylson Godoy), Jô onze meia (SBT), Na cadencia do Samba – Zezé Motta (Rede Manchete), Programa Mulheres (TV Gazeta) e do Musical Tributo a Gonzaguinha no Teatro Eldorado em 2006.
Atuou ao lado de grandes músicos tais como: Hamilton Godoy (Zimbo Trio), Flavio Varani (Pianista), Carlos Alberto de Alcântara (Sax tenor, Solista da Jazz Sinfônica de São Paulo) e Lílian Carmona (baterista), Gigante Brasil (baterista), Denis Cristian (guitarrista) e Gerson Galante (Sax Alto da Jazz Sinfônica de São Paulo) e muitos outros. Produtor, Arranjador e Técnico de áudio, trabalhou no MBM Estúdio (SP), Gravadora Califórnia (SP) e Melody Sons (SP), onde lançou vários artistas, d o Gospel, Pop, Samba, Sertanejo, Punk rock, Hard core e Musica instrumental. Como sideman do Maestro e pianista Adylson Godoy realizou Shows junto à: Banda Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo, Grupo Sinfônico Arte Viva, Orquestra Sinfônica de Guarulhos, Banda Sinfônica de Bauru, Orquestra Veritas (Bauru). Em 2003 gravou seu primeiro trabalho solo, o CD “Alcatéia”, com apoio do SESC SÂO PAULO, em 2009 participou do DVD histórico “Três Irmãos Três Histórias” com a Família Godoy e Grupo Sinfônico Arte Viva no Auditório do Ibirapuera. Atualmente desenvolve trabalho autoral de Musica Instrumental Brasileira acompanhado de vários músicos da noite paulista atuando em diversos bares de SP como: Ton Ton Jazz Music Bar, Sindykat Jazz Bar, Teta Jazz Bar, Oficina de Artes Liége Monteiro entre outros. Participou do “4 Festival DEU JAZZ na POMPÈIA”, em julho de 2010 gravou ao vivo o CD e DVD “Under my Soul” no Teatro Humboldt (SP). SERVIÇO: O SOM DE MANOEL CRUZ NO PROGRAMA TAH LIGADO – LOCAL – http://www.alltv.com.br – HORÁRIO 16h – APRESENTAÇÃO: ANABEL BIAN & PAULO RAGASSI. Manoel Cruz – Contrabaixo – Denys Cristian – Guitarra Midi – Dino Daia – Saxofone – Ricardo Berti – Bateria

 

Apresentações acontecerão em Porto Alegre, Recife, Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro, entre março e abril. Foram divulgadas as datas e os locais do projeto Nivea Viva Elis, uma série de shows em memória aos 30 anos da morte de Elis Regina. O espetáculo estrelado por Maria Rita passará por Porto Alegre, Recife, Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro. A iniciativa foi anunciada em novembro do ano passado. Todas as apresentações serão gratuitas, e marcam a primeira vez em que Maria Rita cantará o repertório da mãe. Serão 25 músicas no total – no comunicado à imprensa, a organização informou que, após pesquisa, Maria Rita selecionou primeiramente 63 músicas. Destas, foram escolhidas 36, que estão fazendo parte dos ensaios. “Trata-se de uma homenagem, não de um projeto especial”, explicou Maria Rita durante uma entrevista coletiva de imprensa no ano passado. Ela afirmou que não tem intenção de fazer com que os shows rendam a gravação de CD ou DVD. “A gente está pensando em fazer algo assim há muito tempo”, contou João Marcello Bôscoli, também filho de Elis. “Maria Rita cantar Elis não é um tabu. Ela preferiu construir a carreira dela independente da mãe, mas nunca descartou fazer algo assim no momento certo”, disse ainda. Maria Rita complementou que “sempre teve essa homenagem dentro de si” e que nunca se incomodou com comparações em relação à mãe, que acha natural. “Apenas rejeitava títulos de que estaria tentando substituí-la.” O espetáculo Viva Elis vai estrear em Porto Alegre, cidade onde Elis nasceu. A banda que acompanhará Maria Rita é formada por Thiago Costa (piano e teclado), Sylvinho Mazzucca (baixo acústico e elétrico), Davi Moraes (guitarra) e Cuca Teixeira (bateria).

 

24 de março – Porto Alegre

Local: Anfiteatro Pôr-do-Sol – Av. Edwaldo Pereira Paiva, s/n. Parque Maurício Sirotsky Sobrinho – Praia de Belas

Hora: 16h

Entrada gratuita

 

1 de Abril – Recife

Local: Parque Dona Lindu – Praia de Boa Viagem (acesso principal) – Boa Viagem

Hora: 16h

Entrada gratuita

 

8 de Abril – Belo Horizonte

Local: Parque das Mangabeiras – Rua Caraça, 900 (acesso principal) – Mangabeiras

Hora: 16h

Entrada gratuita

 

22 de Abril – São Paulo

Local: Auditório do Ibirapuera – Avenida Pedro Álvares Cabral, s/n. – Moema

Hora: 11h

Entrada gratuita

 

29 de Abril – Rio de Janeiro

Local: Aterro do Flamengo – R. Buarque de Macedo, s/n. – Flamengo

Hora: 16h

Entrada gratuita