Arquivo de abril, 2012

Neste sábado no SINTONIA TAH LIGADO! pela http://www.mkkwebradio.com.br, às 18h, Anabel Bian & Paulinho Ragassi entrevistam a cantora LIA CORDONI, falando sobre o Projeto “Samba-Fusão”, seu CD com o mesmo título, e seus novos projetos.

Assista ao vídeo-clipe da música “Samba-Fusão” foi gravado na cidade de São Paulo/SP em outubro de 2011:

“O “Samba-Fusão” é um projeto que presta homenagem à identidade brasileira, através de um “samba estilizado” que retrata um pouco a mistura que é o nosso Brasil. “Samba-fusão” é fusão de samba com outros ritmos e gêneros, projeto autoral e inédito idealizado por Lia Cordoni e Jairo Cechin inspirado em pesquisas acerca das diversas vertentes do samba. Escolhemos São Paulo para filmar o vídeo-clipe da música “Samba-Fusão” (faixa título do disco “Samba-Fusão”, lançado em 2010), pois nada melhor do que a cidade de São Paulo para mostrar essa mistura que é o Brasil, com tanta diversidade e pessoas tão singulares. “(Lia Cordoni)

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Nesta sexta no PROGRAMA TAH LIGADO!, Anabel Bian & Paulinho Ragassi recebem nos estúdios da allTV o cantor JOÃO PINHEIRO. O cantor e compositor carioca João Pinheiro apresenta as músicas dos seus discos, “Brasilidad”, “João canta Sade”, do próximo ”Canceriano” (em fase de gravação), além de clássicos da MPB e inéditas.A convite do diretor Jorge Fernando, João possuiu músicas em trilhas sonoras da Rede Globo. Gravou ”Soldier of love”, música do novo disco de Sade Adu, especialmente para a novela ”Ti Ti Ti” (2011).

Assistam ao video clipe João Pinheiro canta/sings Sade “Smooth Operator” (Clipe Oficial):

Assim como foi em ”Caras e Bocas”, João também abriu o primeiro capítulo deste remake, de Maria Adelaide Amaral, durante o desfile do estilista Alexandre Herchcovitch: “No ordinary love” e “All About Our Love”, nas trilhas nacional e internacional da novela “Caras e Bocas” (TV Globo 2010), estão no roteiro do show, que transborda de romantismo pop com “Muito Romântico” (Caetano Veloso), “De Força, Luz e Paixão” (gravado por Marcelo/Gal Costa), “Dê um Rolê” (Moraes Moreira/L.Galvão), “Vale de Lágrimas” (Lulu Santos), além de verdadeiros hits nos seus shows como “Pro Meu Amor Parar de Fumar” (João Pinheiro/Alexandre Loro) e “As Curvas da Estrada de Santos” (Roberto/Erasmo Carlos). André Agra assina a direção musical e Cleodon Coelho, roteirista do Faustão, a direção do espetáculo, apresentado em novembro último tendo Emilio Santiago como convidado especial. No segundo e elogiado album, “João canta Sade” (Saladesom Records), o cantor faz releitura uma particular das músicas de Sade Adu, diva anglo-nigeriana da new-bossa, com ritmos de samba, bossa, tango, afoxé e ciranda. O álbum, produzido por André Agra (indicado ao prêmio Rival/Petrobras 2008 na categoria “Melhor Produtor Musical”), traz sucessos que marcaram a década de 80 e início dos anos 90 como “Smooth Operator” e “Your love is king“. O CD foi eleito pela revista Vogue como “a trilha sonora do verão”. João Pinheiro, com charme e originalidade, pintou Sade em tons verde-amarelo e recebeu críticas elogiosas sobre esta releitura da obra da anglo-nigeriana. Segundo o crítico italiano Mauro Montalbani: “Há momentos, memoráveis, como na forte versão acústica de “Your love is king” que exalta o romantismo sem obstáculos. Em seguida temos um ganho esplêndido em “Smooth Operator”, na qual se constata realmente que o repertório de Sade ganha com os arranjos brasileiros. “O show foi levado com sucesso para palcos de Paris (Satelite Cafe e Favela Chic), do Rio e de São Paulo, como Teatro Rival, SESCs (Pompéia, Teresópolis e Flamengo), Sala Baden Powell, Circuito de Livrarias Saraiva e FNAC, Espaço Casas Casadas e Teatro Café Pequeno Leblon. Em julho de 2008 fez um show, no Armazém Digital Leblon, tendo 19 convidados especiais, entre eles Beth Carvalho, Eliana Printes, Fred Martins e Edu Krieger. Participou também do projeto “Benex Festival 2010“ no Canecão, ao lado de Emílio Santiago, Luis Melodia, Rita Ribeiro, Sandra de Sá, Teresa Cristina, com renda e donativos revertidos para os que sofreram com as chuvas no Rio de Janeiro. Já no seu primeiro disco, “ Brasilidad”, lançado em 2000 no Teatro Rival com Beth Carvalho e a poeta Elisa Lucinda, a Veja Rio indicou dizendo: “o trabalho de João Pinheiro é uma boa nova para quem gosta de MPB”. Promoveu, em Paris, o disco nas Galeries Lafayette. Participou dos projetos “Humaitá pra Peixe” e “Novo Canto”, este com Jards Macalé. SERVIÇO:  VOZ E O TALENT DE JOÃO PINHEIRO NO PROGRAMA TAH LIGADO – LOCAL: http://www.alltv.com.br – HORÁRIO: 16h00 – APRESENTAÇÃO: PAULO RAGASSI E ANABEL BIAN.

Neste sábado no PROGRAMA SINTONIA TAH LIGADO, Anabel Bian & Paulinho Ragassi entrevistam a cantora DANIELLA ALCARPE, pela www.mkkwebradio.com.br. Formada em Música pela Faculdade de Artes Alcântara Machado, a cantora tem se firmado cada vez mais no cenário da MPB, com um repertório eclético e sofisticado. Após uma temporada na Europa, Daniella voltou ao Brasil mais disposta do que nunca a divulgar a música popular brasileira no que ela tem de melhor. Assista ao vídeo clipe da música ”Vestidim”:
http://youtu.be/SPkrU0LgUZY

Sua constante busca por beleza e qualidade faz com que seja intérprete de antigos clássicos da MPB e também de canções inéditas, feitas por compositores contemporâneos ainda desconhecidos do grande público. Em seu primeiro disco solo, “Qué que cê qué?”, Daniella interpreta composições inéditas em ritmos de samba, baião, frevo e choro. A escolha do repertório teve como critérios a qualidade poética das letras, a riqueza melódica de cada obra e claro, sua identificação pessoal, adicionando a cada peça uma interpretação plena de cuidados e talento. SERVIÇO: DANIELLA ALCARPE NO SINTONIA TAH LIGADO! LOCAL: http://www.mkkwebradio.com.br –  HORÁRIO: 18h00. APRESENTAÇÃO: PAULO RAGASSI & ANABEL BIAN.

Se música é perfume, Cláudia Cunha nos oferece um buquê. “Responde à roda”, o disco de estréia dessa paraense que fez da Bahia a sua casa, exala cores, nomes, ritmos, aromas.

Nos sentidos vários que brotam do encontro da cantora e compositora com o seu repertório, um dos mais aprazíveis, além do olfato – que sente o cheiro de uma inspirada novidade na música brasileira –, é, não por acaso, o da audição. A dicção elegante, como se saboreasse cada palavra, flui macia do seu cantar suave e claro. A voz que percorre as canções em cativante registro de soprano dá a pista das origens desse canto, talvez sem querer, na mais sensual faixa desse trabalho, “Aioká”: “uma vez Inaê cantou no mar / e a sua voz me chamava / para o seu colo de uma vez”. A voz de Cláudia vem das águas. Alterna a placidez dos igarapés que a receberam criança com o movimento das ondas marítimas nas quais a moça foi morar. No estampado de seu tecido musical, a artista desenha o seu espírito inquieto. Há uma permanente conversa da cultura popular e da tradição da música brasileira –  com as quais mostra ter uma relação atávica – com o filtro contemporâneo – mas que renuncia a qualquer elemento eletrônico –  de quem mergulha com profundidade nas belezas das melodias tão diversas e nas sutilezas dos arranjos. O coeso repertório é rico em imagens. A começar pela da roda que, anterior ao título do CD, é também um simbólico convite que a música faz a Cláudia, que prontamente o responde, disposta a participar da brincadeira e a convidar outros a girar com ela. Em 2007, a intérprete recebeu três importantes premiações na Bahia, dentre as quais, o Prêmio Braskem Cultura e Arte, que a possibilitou gravar esse CD, que agora ganha distribuição nacional pela Biscoito Fino. Os outros prêmios foram como melhor intérprete: o Troféu Caymmi e o V Festival de Música da Educadora. É a artista em movimento, fazendo girar a sua música, na sua roda-viva. O álbum traz 13 faixas que parecem ter sido artesanalmente concebidas por Sérgio Santos – produtor do disco, cantor, compositor e instrumentista mineiro, dono de uma das mais requintadas obras que a MPB produz atualmente –, e pela própria intérprete – que o co-produziu e assina três canções: “No girar de Alice”, “Baião dividido” (com Rafael Dumont), “Responde à roda” (com Manuela Rodrigues). Difícil não se entregar ao chamado dessa voz, que abre o disco com “Din Don”, inédita do músico Rodolfo Stroeter, que também celebra a imagem de uma das manifestações mais presentes na Bahia, a roda de capoeira. “Responde à roda”, também inédita, evoca a ciranda de roda, e “Auto-retrato”, a roda de samba. Esta preciosidade de Egberto Gismonti e Geraldo Carneiro, suscita a delicada conversa entre o piano de André Mehmari e a voz, e deságua no momento mais pungente do disco. A água também margeia o trabalho. É o elemento vital de “Mar do Norte”, inédita de Ivan Bastos e Gil Vicente, que a faz navegar nas reminiscências de quem deixa a sua terra natal. Em “No girar de Alice”, propõe um mergulho em sua infância que rebobina espelhada na imagem de sua filha. Em “Aioká”, a figura sensual de Iemanjá, cujo canto é a voz do mar. Já em “Cabe um tanto” é a gota d´água que inspira Manuela Rodrigues a se mostrar compositora de mão cheia, em inédita melodia ressaltada por instigante arranjo de Luciano Salvador Bahia (que também assina o de “Aioká”); vale registrar que os dois são contemporâneos de Cláudia na nova safra de talentos musicais da Bahia de agora. “Putirum” é outra inédita (de Sérgio Santos e Paulo César Pinheiro) que a remete ao Pará, através das tantas tradições indígenas e do Quarup (olha outra roda aí!). A mesma dupla assina “Ganga Zumbi”, que traz a voz de Sérgio Santos em contraponto à da cantora. Outras vozes masculinas integram o disco em duas inéditas: Zé Renato, em afinado dueto na bossa “Pra você gostar de mim”, dele e de Joyce, e Roberto Mendes que em parceria com Hermínio Bello de Carvalho a presentearam com “Seu moço”, samba que sugere um sinuoso e aquático caminho da felicidade: “seu moço me ajeita esse barco que eu vou singrar pra Bahia”. Como em toda boa roda, as partes se tornam o todo.  Musicalmente, é assim que acontece em “Responde à roda”, que promove o encontro de diversos brasis dentro de um. Cada um com sua cor local. De São Paulo vem André Mehmari, Toninho Ferraguti e Nailor Proveta (que costura “Quando eu era sem ninguém, de Tom Zé, com um arretado sax soprano). Arretadas também são a percussão portenha de Ramiro Musotto e a baiana de Rudson Daniel, que ladrilham com precisão cada faixa. É também da Bahia que vem a bateria de Tutty Moreno.  O violão mineiro de Sérgio Santos, o contrabaixo carioca de Zeca Assumpção e tantos outros talentos vieram girar com Cláudia.

MARISA SERRANO, Paulistana, cantora, pianista, compositora, arranjadora e educadora, atua desde 87, apresenta seu primeiro CD autoral PARANOIA URBANA que reúne 11 faixas diversificada pelo pop rock, samba, funk, bossa, baião numa linguagem direta e agradável na voz sensível e forte de Marisa que também assina a produção e arranjos. O Show Paranoia Urbana será composto pelas faixas do Cd e outras releitura de Lenine, Caetano, Herbert Vianna, Cazuza e Rita Lee. PARANOIA URBANA tem como atmosfera central São Paulo num trabalho de observação deixando para o ouvinte a sua parcela de cocriação e reconstrução diante dessa diversidade. Será acompanhada pelos músicos: Marisa Serrano (piano e voz), Claudio Stabile (bateria), Celu Baluz( baixo), Ronaldo Baluz (violão e guitarra). SERVIÇO: SHOW PARANÓIA URBANA – LOCAL – FNAC PAULISTA – DIA 19/4/2012 – 19H30 – GRATUITO. 

Imagine como seria conviver com uma das maiores bandas de rock da história, em turnês pelos quatro cantos do mundo, com acesso VIP a alguns dos maiores e melhores palcos do planeta. Peter Hince não precisou imaginar. Durante mais de uma década, ele viveu uma história com a qual as pessoas apenas sonham, trabalhando para o Queen como chefe da equipe técnica da banda. Ele era responsável por garantir que todas as performances do artista ocorressem sem falhas e também participava das festas regadas a sexo, drogas e muito rock ‘n’ roll. Muitos livros já foram escritos sobre Queen e Freddie Mercury, mas este é o primeiro relato de alguém que tinha livre acesso a tudo o que acontecia atrás dos palcos e das câmeras. Repleto de fotografias exclusivas do próprio autor, este livro perspicaz e tocante é uma verdadeira fonte de entretenimento e informação. Leitura obrigatória para qualquer fã de música. Autor: Hince, Peter – Editora: Prumo – Categoria: Artes / Música

 

Mostra com pinturas do artista poderá ser vista no YouTube a partir de 20 de abril, data de encerramento do evento.  O músico e pintor Arnaldo Dias Baptista estreou recentemente sua primeira exposição, Lentes Magnéticas, e irá mostrá-la em um curta-metragem no YouTube no dia 20 de abril, data de encerramento da mostra. Uma entrevista de Arnaldo em seu sítio em Juiz de Fora deve ser incluída no curta, que terá duração de cerca de 19 minutos. A edição ficará a cargo de Victor Guerra e da Bronca Filmes. Atualmente, Arnaldo trabalha com o músico Fernando Catatau (foto), do Cidadão Instigado, em seu próximo álbum, Esphera. Por enquanto, não há mais detalhes confirmados sobre o disco, a não ser a canção “I Don’t Care”, que ganhou clipe no ano passado. Esphera será o quinto álbum solo da carreira de Arnaldo e o primeiro em oito anos, sendo seu trabalho mais recente Let it Bed (2004). Lentes Magnéticas, de Arnaldo Dias Baptista 24 de março a 20 de abril – terça a sexta, das 11h às 19h; sábado, 11h às 17h Endereço: Rua Barra Funda, 216 – São Paulo (Galeria Emma Thomas) Entrada Franca