Arquivo de julho, 2013

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Paulo Ragassi recebeu na sexta passada, nos estúdios da allTV, o compositor, cantor, violonista Luis Aranha.

Assistam ao programa na íntegra:

As canções de Luis Aranha transitam por diversos gêneros musicais, mostrando grande influência de mestres da canção brasileira, mas sem deixar de imprimir sua personalidade ao trabalho. Composto por 11 faixas, o álbum pode ser entendido em três partes. Na faixa ‘Não Peço Socorro’, um samba clássico que recebeu um riff de guitarra com distorção, Luis mostra de saída as referências e fusões expressas em todo o seu trabalho. Na sequência, ‘Sentado na Soleira’ e ‘Valsa para um encontro’, apresentam as vertentes rurais e românticas. O prólogo se encerra com ‘Mistura Fina’ (faixa 4), síntese de todos estes elementos. Devidamente apresentado, o compositor nos convida a um mergulho pelos caminhos e descaminhos do amor numa espécie de suíte em três movimentos: ‘Teu Tempo’ (o início), ‘Acalanto’ (o fim) e ‘O Amanhã’ (o recomeço). Depois dessa travessia, no sentido roseano da palavra, o caminho começa a se iluminar. A terceira parte, que inclui a faixa que dá nome ao disco, se inicia com ‘Tem Canção’ e termina num final apoteótico com o frevo ‘O Amor na Banguela’. A faixa bônus é fruto de uma história contada por uma aluna de 8 anos.

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Dia 10 de agosto o cantor, compositor, e violonista LUIS ARANHA fará o show de lançamento de seu primeiro álbum intitulado “Onde Bate Sol”, e dia 26 de julho, é o convidado de Paulinho Ragassi e Karina Carlla, no PROGRAMA TA LIGADO da http://www.alltv.com.br . Uma mistura fina. Não existe termo para melhor definir o primeiro disco do compositor, cantor e violonista Luis Aranha. Reconhecido pela direção musical do espetáculo “Vesperais nas Janelas” e “Marulho: o caminho do rio…” – onde fora indicado ao Prêmio Shell de Direção Musical, Luis Aranha apresenta seu primeiro álbum, “ONDE BATE SOL”.
Assista ONDE BATE SOL – Luis Aranha EP 2011:

Amparado pela Secretaria da Cultura do Governo do Estado de São Paulo através do ProAc e patrocinado pela AMBEV, o disco foi produzido por Rogério Bastos (Tom Zé) e teve arranjos para quarteto de cordas e quinteto de metais concebidos por Rodrigo Morte, diretor da Orquestra Sinfônica de Campinas. Ainda em 2012, foram realizadas apresentações de pré-lançamento no Sesc Vila Mariana.

Ouçam Luis Aranha:

As canções de Luis Aranha transitam por diversos gêneros musicais, mostrando grande influência de mestres da canção brasileira, mas sem deixar de imprimir sua personalidade ao trabalho. Composto por 11 faixas, o álbum pode ser entendido em três partes. Na faixa ‘Não Peço Socorro’, um samba clássico que recebeu um riff de guitarra com distorção, Luis mostra de saída as referências e fusões expressas em todo o seu trabalho. Na sequência, ‘Sentado na Soleira’ e ‘Valsa para um encontro’, apresentam as vertentes rurais e românticas. O prólogo se encerra com ‘Mistura Fina’ (faixa 4), síntese de todos estes elementos. Devidamente apresentado, o compositor nos convida a um mergulho pelos caminhos e descaminhos do amor numa espécie de suíte em três movimentos: ‘Teu Tempo’ (o início), ‘Acalanto’ (o fim) e ‘O Amanhã’ (o recomeço). Depois dessa travessia, no sentido roseano da palavra, o caminho começa a se iluminar. A terceira parte, que inclui a faixa que dá nome ao disco, se inicia com ‘Tem Canção’ e termina num final apoteótico com o frevo ‘O Amor na Banguela’. A faixa bônus é fruto de uma história contada por uma aluna de 8 anos.

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No PROGRAMA TA LIGADO, Paulinho Ragassi recebeu nos estúdios da allTV Roberto de Melo Santos, pernambucano, recifense, em arte Di Melo. Cantor e compositor brasileiro.Discografia — Épico de 75, DI MELO – EMI ODEON, gravado com excelentes músicos como: Hermeto Paschoal, Heraldo Dumont, Cláudio Bertrame (Baixo), Bolão (Saxi), Capitão (o Homem de sete Pistom), Ubirajara (Pai do Taiguara, Sintetizador), Bandoneon, por conta de um dos integrantes da banda do Astor Piazzola, coro da Eloá, Luiz Melo (teclado), Geraldo Vespar (Maestro, arranjos e violão), José Briamonte (Maestro), Waldemar Marchette (Arregimentação), DI MELO (voz e composições) exceto conformópolis do Waldir da Fonseca, João, Maria Cristina Barrionoevo, aceito tudo vital e Vidal França e em decisão do Terrinha todas as demais músicas são do DI MELO. Conhecido no mundo todo exatamente por ser um desconhecido, mais de 400 músicas inéditas, mais de 100 gravadas, inclusive 12 músicas inéditas em parceria com um ícone da música popular brasileira, chamado ”Geraldo Vandré”.

Assista aoPrograma na íntegra pelo nosso Canal do youtube:

Luiza Caspary - Divulgação (Foto Leandro Neves)

A cantora e compositora pop Luiza Caspary lançou esta segunda (22) seu primeiro álbum, O Caminho Certo, viabilizado através de financiamento coletivo e que reúne algumas de suas canções dentre inúmeras composições colecionadas ao longo de 16 anos de carreira.

Assista ao Making of fotos disco “O Caminho Certo” – Luiza Caspary:

Nascida na Bahia, mas criada no Rio Grande do Sul, Luiza Caspary subiu pela primeira vez aos palcos quando tinha apenas oito anos e hoje, já adulta, mostra seu primeiro trabalho. O Caminho Certo tem produção de Leo Henkin (Papas na Língua) e foi gravado em Porto Alegre entre 2010 e 2012. Um disco pensando em seus mínimos detalhes, com participações de outros músicos, gravações intimistas com a presença de amigos da cantora no estúdio. No primeiro semestre deste ano o projeto conquistou financiamento coletivo pelo Catarse, superando o valor estipulado, fazendo parte dos projetos de sucesso do site e agora está pronto para ser ouvido e apreciado.

Ouça as canções do CD “O Caminho Certo”:

O álbum reúne doze canções, em sua grande maioria autorais, que passeiam pelo pop, rock e MPB, letras que falam desde coisas simples do cotidiano a assuntos mais sérios e é claro, falam de amor. Além disso as canções variam entre os idiomas, português, inglês e espanhol. Um álbum para todos os gostos e  ouvidos. A faixa “O Caminho Certo”, música que dá nome ao disco, faz parte da trilha sonora do longa-metragem “Insônia” que estreou em 2012 no 40º Festival de Gramado e tem a atriz Luana Piovani no elenco.

O Caminho Certo está disponível para streaming gratuito no SoundCloud e compra no iTunes da cantora. Seu próximo show já está marcado para o último domingo do mês (28) no Parque Villa Lobos em São Paulo, quando a artista irá se apresentar ao lado de sua banda formada por Gabriel Von Brixen (guitarra), Leo Mereu (baixo) e Luciano Lobato (bateria).

FESTIVAL JAZZ NA FABRICA

O Jazz na Fábrica do Sesc Pompeia traz atrações internacionais como McCoy Tyner, Cassandra Wilson, Macy Gray, Afrikkanittha, Sun Rooms, Ibrahim Maalouf e Dr. Lonnie Smith, além de artistas nacionais como Benjamin Taubikin, Letieres Leite, Raul de Souza e João Donato

 

O festival Jazz na Fábrica, agora em sua terceira edição, já trouxe grandes nomes do jazz internacional (Dee Dee Bridgewater, Cedar Walton, Christian Scott, Archie Shepp, Avishai Cohen, entre outros) e da música brasileira identificada com o jazz (Leny Andrade, César Camargo Mariano, Cyro Batista, Airto Moreira, entre outros), firmando-se como referência entre as programações voltadas ao gênero e às suas vertentes, na cidade de São Paulo. Esta edição conta com a presença de mais de 30 grupos e solistas. Acontece entre os dias 01 de agosto e 01 de setembro, aprofundando caminhos já apontados nas edições anteriores. A proposta de programação da edição de 2013 aposta numa aproximação do jazz produzido na África e na América Latina, sem abandonar suas principais referências. Nomes como Afrikhanita (Angola), Richard Bona (Camarões), Christian Galvez (Chile), Edsel Gomez (Porto Rico) e Álvaro Montenegro (Bolívia) estão no line up deste ano.

 

Dos nomes internacionais de maior expressão do ponto de vista da relevância histórica de seus trabalhos e notoriedade junto a público e crítica, estão o pianista norte-americano McCoy Tyner (ex-pianista de John Coltrane), as cantoras norte-americanas Cassandra Wilson e Macy Gray (que vem acompanhada de uma big band liderada pelo saxofonista David Murray), o organista (também norte-americano) Dr. Lonnie Smith e o trompetista, pianista e compositor franco-libanês Ibrahim Maalouf. Tyner é um representante da mais alta tradição do jazz americano, tendo tocado com grandes ícones, trazendo influências de Art Tatum e Thelonious Monk, além de ser detentor de uma técnica peculiar. As cantoras Cassandra Wilson e Macy Gray representam as grandes cantoras de vertentes do jazz (soul music e jazz contemporâneo). Lonnie Smith é uma lenda do funk, do blues e do R&B. E Ibrahim Maalouf é ainda uma das principais revelações do cenário europeu.

 

De acordo com Thiago Freire, técnico de música do Sesc Pompeia, “o festival é panorâmico na medida em que procura olhar para uma diversidade de origens, timbres, formações e gerações. No entanto, a curadoria investe na ideia de ‘contaminações mútuas’, assumindo o jazz como um fenômeno que, ao longo do século XX, influenciou as mais diversas culturas musicais mundo afora e, ao mesmo tempo, recebeu e continua recebendo influências diversas. O jazz é, para nós, um palco de encontro entre essas múltiplas referências. Estamos olhando especialmente para as ‘periferias’ e trazendo, ao lado de grandes nomes tradicionais do jazz americano e brasileiro, artistas importantes da América Latina e da África, bem como nomes que ousam experimentos sonoros diversos”.

 

O olhar sobre uma sonoridade mais experimental e aproximada ao grande caldeirão identificado com o free jazz, intensifica-se. Música eletrônica, improvisação livre, atonalismo, instrumentos elétricos e efeitos sonoros permeiam os repertórios de nomes como Sun Rooms (EUA), Rabotinik (BRA), Ivo Perelman (BRA), Duo Nazário (BRA) e Roscoe Mitchel (EUA), enquanto os conjuntos europeus Et Hop (FRA) e No Square (SUI) se aproximam do universo pop e de uma releitura do funk e do groove dos anos de 1960 e 1970, com um fôlego jovem e uma sonoridade voltada a todos os ouvidos, sem deixar de abordar fielmente a tradição jazzística.

 

Existe ainda, como nos anos anteriores, um cuidado em (re)descobrir nomes brasileiros representantes do impacto do jazz na música nacional e, ao mesmo tempo, as contribuições de caráter criativo, melódico e harmônico da música brasileira ao universo do jazz. O trombonista, compositor e arranjador Raul de Souza (recém laureado com o Prêmio de Música Brasileira de Melhor Solista pelo DVD O Universo Musical de Raul de Souza, lançado pelo Selo SESC); o pianista e compositor João Donato (um dos protagonistas da “modernização do samba”); o violonista paranaense Alegre Correa (em encontro com o guitarrista austríaco Wolfgang Muthspiel) e a cantora, compositora e exímia pianista paulista Eliane Elias (um dos principais nomes da programação proposta), trazendo ainda os conjuntos que acompanham Edsel Gomez e Afrikanitha (todos compostos por músicos de alto gabarito entre os instrumentistas brasileiros) e endossam esta edição. 

 

Ainda falando em brasilidade, com o nome sugerido de Café com Leite, promove-se o encontro de revelações e jovens artistas que estão se firmando na cena paulistana e mineira, com o intuito de abrir espaço para novos nomes e possibilitar o intercâmbio entre artistas e público, cumprindo um papel já tradicional do Sesc. E ainda numa perspectiva de somar aos espetáculos a contribuição para a formação de público, o Sesc Pompeia promove outras atividades de caráter formativo e voltadas para a família, em que a gratuidade estará garantida. Intervenções com músicos de rua, bate-papos e o Jazz ao Por do Sol, um momento especial em que será possível ouvir clássicos do gênero e uma banda improvisando sobre temas conhecidos, contando ainda com oficinas que estimulam a criatividade das crianças.

 

Nota-se, entretanto, uma larga escala de timbres que estão previstas em toda a programação: voz, piano, trompete, saxofone, guitarra (e violão), órgão, contrabaixo, bateria, trombone, vibrafone, samplers etc. Também se estendem por uma variada gama de estilos e tendências que passam pelo swing, be bop, hard bop, cool jazz, bossa nova e samba jazz, jazz latino, experimentos eletrônicos, etno jazz, nu jazz, funk, soul, R&B, blues e swing; uma colorida diversidade de origem afro-americana e um intenso diálogo entre gerações. O festival procura se reafirmar como um espaço de difusão do gênero, com o intuito de promover – de maneira acessível – o encontro do público com as diversas tendências do jazz, as pesquisas mais contemporâneas e arrojadas de artistas experimentais, além da obra de brasileiros e estrangeiros consagrados e com sólida contribuição criativa para este universo, escrevendo mais um capítulo nas intenções programáticas e as ações educativas do SESC.

PROGRAMAÇÃO: http://www.sescsp.org.br/unidades/11_POMPEIA 

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Depois de buscar apoio no departamento cultural do Ministério das Relações Exteriores, patrocínio do programa de intercâmbio do Ministério da Cultura e até auxílio na embaixada da República Dominicana, o contrabaixista brasileiro Manoel Cruz resolveu apelar para o site de financiamento coletivo Catarse .

ESSE É O LINK PARA TODOS AJUDAREM: http://catarse.me/pt/manoelcruztrio

Manoel é o único brasileiro convidado para tocar no 14º Santo Domingo Jazz Festival, que acontece na República Dominicana em agosto. O problema é que o evento não oferece as passagens para ele embarcar com os dois músicos que o acompanham, e a apresentação pode não acontecer por falta de dinheiro. O festival de Santo Domingo fornece apenas “um pequeno cachê, hospedagem e alimentação”, explica o músico no vídeo da campanha. “Resolvi fazer (o financiamento coletivo) e estou batalhando, divulgando para conseguir representar nossa música”, disse em entrevista ao iG. A campanha com a qual pretende obter R$ 10 mil fica no ar até o próximo domingo (22). A quantia seria suficiente para pagar as passagens de ida e volta do trio. Até o momento, Manoel foi apoiado por 33 pessoas, que doaram um total de R$ 2.880. Se a meta não for atingida, o dinheiro é devolvido aos apoiadores

Cada apoiador é contemplado com um prêmio diferente de acordo com a doação, que é estipulado pelo organizador da campanha. Manoel, por exemplo, determinou que o apoiador que doar R$ 15 ou mais ganha em retribuição uma carta de agradecimento. Já para a maior quantia (acima de R$ 5.000), os prêmios incluem CD, DVD e outros brindes, além de um show exclusivo ao apoiador.

CARREIRA

O músico já tocou com o Art Popular, Grupo Malícia, Hamilton Godoy (Zimbo Trio) e o maestro e pianista Adylson Godoy, com quem fez shows orquestrados. Além de contrabaixista, também trabalha como produtor, arranjador e técnico de áudio. Lançou dois discos, “Alcatéia” (2003) e CD e DVD “Under my Soul” (2010).

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Ontem no PROGRAMA TA LIGADO, Paulinho Ragassi e Karina Carlla receberam nos estúdios da allTV a cantora, compositora, atriz e apresentadora CINTIA RODRIGUEZ falando de seu terceiro álbum intitulado “Nega Revoltada”.

Assista ao programa na íntegra em nosso Canal no youtube:

 

SOBRE O CD “NEGA REVOLTADA”:

Gravado no Brasil com produção de Cesar Belieny, “Nega Revoltada” é o terceiro disco de Cintia Rodriguez. Combinando o melhor do samba e do hip hop, o trabalho não nega seu DNA carioca e revela seu lado mais sexy com influência do blues. Canções que passeiam pelo universo pop mundial e pela música brasileira de raiz. “Nega Revoltada” trás em suas 11 faixas muito funk soul e samba no pé, em canções autorais e algumas releituras. “Cria”, música gravada pela Maria Rita, é uma das releituras de destaque em parceria com Cesar Belieny e Serginho Meriti, que ganha uma versão mais apimentada e com intervenção do rap no meio da musica. “Chave Mestra” tem composição de Cintia e Cesar Belieny, um samba reggae leve como a brisa do mar. “Lá de Londres” foi premiada antes do lançamento como música revelação, por sua interpretação no “Festival de la Chanson Latino-Américaine”, na Bélgica em 2012.