Posts com Tag ‘TALIGADO2013’

banner

Itamar Assumpção e a banda Isca de Polícia, Premê, Grupo Rumo,  Paulo Barnabé, Luiz Tatit, Ná Ozetti, Fernando Meirelles, Marcelo  Tas, Passoca, Roger Moreira, Eduardo Gudin, Wandi Doratiotto,  Cida Moreira, Lanny Gordin, Nelson Ayres, Amilson Godoy, Kid  Vinil, Vânia Bastos, Tetê Espíndola, Alzira Espíndola, Alice Ruiz, Bia  Aydar, Elias Andreatto, Paulo Le Petit, Hélio Ziskind…

Sete anos de intensa atividade artística e intelectual passadas a limpo  ao longo de 97 minutos do documentário musical Lira Paulistana e  a Vanguarda Paulista. A tarefa parece difícil, mas o diretor Riba de  Castro – um dos sócios do Lira, pequeno espaço cultural que agitou  a vida da cidade de São Paulo entre os anos de 1979 e 1986 – amarra  bem as diversas e divertidas histórias contadas com prazer e brilho  nos olhos pelas personalidades (e que turma!) elencadas acima. Ter uma grata lembrança sobre o Lira parece um ponto em comum  a todos os entrevistados. Afinal, foi lá que muitos desses artistas  deram os primeiros passos de suas carreiras. Tempos duros, de muito  trabalho, mas também de grandes descobertas e muita criatividade. E eles descobriram tudo junto, no palco do pequeno porão, no bairro  de Pinheiros, em São Paulo, transformado para abrigar o Teatro Lira Paulistana.

“Era uma catacumba. Lá aconteciam coisas que não aconteciam na superfície”, diz Luiz Tatit, o mentor do Grupo Rumo, sobre a liberdade de criação que habitava o porão do Lira. Todos eram bem recebidos. Os artistas independentes, que não tocavam nas rádios e na televisão, que não faziam música comercial. Os ‘marginais’, como chegaram a ser chamados à época. E o Grupo Rumo é um dos grandes exemplos dessa vontade de  criar e de se expressar que chegava no momento em que o regime  militar brasileiro dava claros sinais de cansaço. A Vanguarda

Paulista, capítulo importante do filme, mostra que além do Rumo,  Língua de Trapo, Premeditando o Breque (Premê), Tetê Espíndola  e Itamar Assumpção encontraram no Lira o ambiente ideal para a sua inventiva música. Menos Arrigo Barnabé, que nunca chegou a  se apresentar por lá por um simples motivo: a Banda Veneno, que o  acompanhava nos shows, não cabia no pequeno palco, como explica o documentário.

O diretor Riba de Castro, que durante todos esses anos guardou o acervo do teatro, faz questão de apresentar todas as outras crias do Lira: a gravadora – que lançou o primeiro disco de Itamar Assumpção, o clássico Beleléu, leléu, eu; a gráfica, que colocou no mercado o primeiro livro do cartunista Glauco, além de botar na rua o Jornal Lira Paulistana, que antecipou o que hoje se conhece como os guias de cultura publicados por diversos jornais e revistas.

E engana-se quem pensa que a turma do Lira ficou restrita a São Paulo. O documentário mostra que, em seus últimos anos de existência, o espaço antecipou o que iria dominar as estações de rádio do país na primeira metade de década de 80: o rock nacional.

Foi lá no porão que, ironicamente, as gravadoras foram buscar bandas como Titãs – os então garotos Arnaldo Antunes, Paulo Miklos e Nando Reis aparecem em imagens de arquivo teorizando sobre o que é o sucesso – Ultraje a Rigor e Inocentes.

O documentário Lira Paulistana e a Vanguarda Paulista, do diretor Riba de Castro, nos convida a vasculhar sebos, lojas de CD, registros publicados no YouTube para relembrar ou conhecer a turma que agitou a vida cultural de São Paulo nos anos 80. Salve o Lira!

A HISTÓRIA DO LIRA PAULISTA

“A felicidade do homem é uma felicidade guerreira. Viva a Rapaziada! O gênio é uma grande besteira.” (Oswald de Andrade)

A frase do escritor paulistano Oswald de Andrade, o irreverente príncipe do modernismo brasileiro, pode muito bem explicar o que norteou o surgimento e os sete anos de existência do Lira Paulistana.Em 1979, Waldir Galeano, um ex-administrador de empresas, e Wilson Souto Jr, o Gordo, um ex-estudante de engenharia e músico, idealizaram uma pequena sala de espetáculos que fosse viável para a apresentação de novos trabalhos. Com pouco dinheiro disponível, alugaram um porão de uma loja de ferragens localizado na rua Teodoro Sampaio, número 1091. Reformaram o local e criaram ali o Teatro Lira Paulistana.

“É fogo Paulista!”, espetáculo teatral musical de criação coletiva, dirigido por Mário Mazetti, foi a peça que inaugurou o Lira. Durante três meses, o espetáculo ficou em cartaz, sempre de quarta a domingo. Aos poucos, as segundas e terças-feiras ociosas do novo espaço começaram a ser ocupadas por grupos musicais que não tinham possibilidade de se apresentar nas salas convencionais existentes na cidade. Como o Lira era um teatro pequeno, barato e com uma boa infraestrutura, ele se tornou um espaço ideal para quem queria dar os primeiros passos na carreira musical. Foi assim que o Lira virou um ponto de encontro dos músicos e da nova música paulistana.

Mesmo assumindo sua vocação musical, o Teatro do Lira sempre foi múltiplo, abrigando em suas arquibancadas e na pequena semi-arena do acanhado porão as mais diversas manifestações e tendências. O Lira foi teatro, cinema, sala de exposições e palco de debates. O Lira abrigou a tudo e a todos. Tentou ser a coletânea paulistana contemporânea de qual falava o poeta paulistano Mário de Andrade no seu livro Lira Paulistana. De centro, o pequeno espaço na rua Teodoro Sampaio passou a ser o epicentro, o irradiador de cultura. A divisão musical foi reforçada com a criação de uma gravadora própria.

O primeiro disco do selo Lira Paulistana, que tinha uma parceria com a gravadora Continental, foi lançado em 1980, Beleléu, leléu, eu, do músico e compositor Itamar Assumpção. A iniciativa fez com que outros dois integrantes chegassem para reforçar a equipe do Lira: o quase filósofo Francisco Caldeira – o Chico Pardal – e um engenheiro, Plínio Chaves.

Logo em seguida, chegaram Riba de Castro, artista gráfico e produtor cultural, e o jornalista Fernando Alexandre, com projetos e ideias de um jornal que mostrasse o tamanho da diversidade cultural paulistana. Dessa maneira, estava formado o núcleo central do Lira: Gordo, Chico Pardal, Plínio Chaves, Riba de Castro e Fernando Alexandre. Mas o Lira não ficou apenas no pequeno porão. Primeiro, para abrigar a redação do jornal recém-criado, uma casa na praça Benedito Calixto recebeu uma pequena máquina impressora. Foi nessa casa também que os discos e livros que o grupo produzia eram vendidos. O local abrigou ainda um grupo de teatro do próprio Lira.

 

O Jornal Lira Paulistana foi para as ruas e junto com ele a música que era mostrada no porão da Teodoro Sampaio. Foi aí que o espaço ficou pequeno. A música do Lira invadiu praças e ruas. Festa na Praça, Música na Paulista, Música na USP, Reveillon no Bexiga, Instrumental na Praça, Verão MPB I e II, em Santos e Praia Grande. O Lira começava a sair de São Paulo.Com o sucesso dos shows e dos artistas que passavam pelo Lira, e por lá passaram nomes como Itamar Assumpção, Grupo Rumo, Premê, Paulo Caruso, Tetê Espíndola, Cida Moreira, Ultraje a Rigor, Titãs, Cólera, Grupo Pau Brasil, Ratos de Porão, Jorge Mautner, Carlos Nóbrega, Tom Zé e Jards Macalé, Aracy de Almeida, entre outros, a gravadora se associou à Continental em busca de uma estrutura para uma melhor produção e distribuição dos discos.

Os tempos mudaram e o Lira passou a concorrer com novos espaços culturais que começaram a surgir pela cidade. O acordo com a gravadora Continental não rendeu o que era esperado e os grupos ligados ao Lira começam a buscar novos caminhos. O núcleo central do Lira começou, então, a se diluir. Wilson Souto Jr assumiu a direção artística da Continental e passou a se dedicar menos ao Lira. Em seguida, Fernando Alexandre saiu do grupo e foi trabalhar na Fundação Cultural de Curitiba. Logo depois, Plínio e Riba de Castro se afastaram. Chico também foi trabalhar na Continental.

O famoso teatro da Teodoro Sampaio resistiu por algum tempo ainda, passando a ser administrado por membros remanescentes, entre eles o Wilson Justino e o Eduardo Schiavone Cardoso, que trabalhava no Lira praticamente desde o seu começo. Em setembro de 1986, o Teatro Lira Paulistana fechou definitivamente as suas portas.

A VANGUARDA PAULISTA

Ser um artista independente. Atualmente, essa condição tem um ar cult. Também é uma alternativa quase vital na carreira de muitos artistas, já que, com o declínio das gravadoras e a pirataria prejudicando seus faturamentos, as companhias só investem no que gera lucro rápido e garantido. Mas houve um tempo em que ser um artista independente significava muito mais do que tentar se inserir no mercado. Significava ter liberdade de criar, de ser marginal dentro de um esquema pré-estabelecido, de ir contra o mercado. No início dos anos 80, uma turma de jovens artistas – em sua maioria estudantes de comunicação – conseguiu se estabelecer dessa maneira: à margem, sem concessões, fazendo aquilo que acreditava.

A chamada Vanguarda Paulista, que teve Arrigo Barnabé como seu maior expoente, trouxe também ao cenário musical nomes como Itamar Assumpção, Grupo Rumo, Premeditando o Breque (Premê) e Língua de Trapo.

Totalmente distante do que as rádios tocavam e as gravadoras apostavam como produto comercial – a MPB tradicional reinava, com a consolidação das carreiras de grandes artistas como Elis Regina, Maria Bethânia, Gal Costa, Milton Nascimento, Chico Buarque, Caetano Veloso, Clara Nunes, Ney Matogrosso, Simone, entre outros –, a música produzida por esses artistas encontrara na estrutura oferecida pelo Lira Paulistana o ambiente ideal para suas manifestações artísticas.

A produção dessa turma era tão plural que, mesmo todos recebendo o carimbo de Vanguarda, não é possível estabelecer uma unidade entre a música que faziam. Não era um movimento orquestrado. Era uma movimentação. E mais: era uma vanguarda que matinha uma capacidade de comunicação com o público. A música do paranaense Arrigo, por exemplo, fazia releitura de peças clássicas e ficou marcada por seus arranjos dodecafônicos e atonais. Um trabalho bastante experimental. O disco independente Clara Crocodilo, gravado com a Banda Veneno, se tornou um clássico da música popular brasileira.

Já Itamar Assumpção fazia uma mistura de samba, rock, funk e reggae. O músico lançou seu primeiro LP em 1980. Beleléu, leléu, eu – gravado com acompanhamento da banda Isca de Polícia – foi também o primeiro disco lançado pelo selo Lira Paulistana, criado para abrigar artistas e bandas que não se encaixavam – ou não se rendiam – ao esquema das gravadoras.

O Grupo Rumo, que tinha em sua formação Luiz e Paulo Tatit, Ná Ozetti, Gal Oppido, Hélio Ziskind, Akira Ueno, Ciça Tuccori, Pedro Mourão, Zecarlos Ribeiro e Geraldo Leite, trabalhava bem as melodias vocais e trazia canções quase faladas, com grande influência da música popular brasileira. Liderado por Wandi Doratiotto, o Premeditando o Breque (Premê) emplacou o maior sucesso da turma da Vanguarda. São Paulo, São Paulo, uma versão bem humorada da famosa New York, New York, virou uma marca registrada do grupo que tinha claras influências da música regional e do samba.

Por fim, o irreverente Língua de Trapo abusava do escracho em suas letras em um som que misturava pop e rock. A canção O que é isso, companheiro, lançada no primeiro LP da banda, em 1982, satirizava Fernando Gabeira, recém-chegado do exílio político, além de mostrar que uma produção independente, com personalidade artística, era possível, a turma da Vanguarda Paulista influenciou artistas surgidos nos anos 80 para cá, como, por exemplo, Zélia Duncan, Cássia Eller, Marisa Monte, Los Hermanos e Tulipa Ruiz.

Anúncios

0000399

A cantora Carina Mennitto já está mais que pronta para voltar ao palcos, após a sua participação no The Voice Brasil, e será nesta sexta-feira numa das casas mais aconchegantes de Campinas: OPERA7.

Não sou amigo de rótulos, mas me rendo em dizer que com voz marcante e repertório versártil, Carina é a mais nova sensação pop do Brasil.

Não gosto de disputas musicais, pois todos estão no mesmo barco, em busca de um espaço, de mostrar o seu potencial e talento, e por isso digo que a carreira da Carina Mennitto será coroada de êxitos, pois ela tem duas coisas fundamentais num artista: TALENTO & CARISMA.

Querem conhecer um pouco mais de Carina? Assistam a este clipe inicialmente:

Nascida no interior de São Paulo, a cantora Carina desponta no cenário nacional como a mais nova revelação da música pop brasileira. Dona de um rosto angelical e de um timbre marcante, Carina começou sua carreira musical aos 13 anos como solista nos corais dos conservatórios Carlos Gomes e Canarinhos e hoje, aos 19, faz cerca de 20 apresentações por mês em bares e casas de shows de todo o Brasil, sempre acompanhada por uma banda ou somente por seu violão. A adolescente teve o primeiro contato com o violão na casa de uma tia, aos 10 anos. Logo tratou de aprender a tocá-lo com uma professora particular, que descobriu seu talento e sua voz. Com quatro anos de aulas de violão e três de canto, Carina transformou-se em uma cantora eclética, versátil e desenvolveu uma sonoridade que ela mesma considera como pop urbano e romântico. Além de sua admiração por bandas como Queen e Foo Fighters, as influências que ajudaram a construir o forte apelo pop das músicas de Carina foram Michael Jackson, Joss Stone e Adele, mas a excelente interpretação que faz da música popular brasileira e sua desenvoltura no palco já lhe renderam até um convite para entoar “Madalena”, um dos maiores sucessos da cantora Elis Regina, em um especial que marcou os 65 anos da carreira do ícone da MPB no programa da apresentadora Hebe.

O Reality Show Musical acabou, mas a estrada a ser trilhada por Carina Mennitto está apenas começando, e tenho a absoluta certeza que será longa e de muito sucesso, aliás isso ela já tem!

Quer ouvir mais Carina Mennitto? Aproveite e ouça e conheça seu trabalho pessoalmente dia 06 de dezembro às 22 hs no Opera 7 em Campinas, Rua Bento de Arruda Camargo, nº 256, Taquaral – http://www.opera7.com.br – 

TALIGADO5ANOS

Evento que ocorre próximo dia 12 de novembro reúne nomes da MPB, como:
Izzy Gordon, Thiago Varzé Andrea Costalima,Tavito, Lucy Campos entre outros

O web programa Ta Ligado, da ALL TV , completa cinco anos e quem ganha presente é o público. O show de comemoração ocorre próximo dia 12 de novembro, a partir das 20h, no Ao Vivo Music, localizado à Rua Inhambu, 229 – Moema, com grandes nomes da música brasileira, são eles: Izzy Gordon, Beatriz Rodarte, Thiago Varzé, Lucy Campos, Gerson Conrad & Trupi, Tavito, Andrea Costalima e Tércio Guimaraes.

O programa que é apresentado pelo apaixonado por música e advogado Paulo Ragassi e pela atriz Carolina Hossri, vai ao ar toda as sextas-feiras pela ALLTV, das 15h às 16h, tem um formato bem descontraído que geralmente mescla, entrevista, musical, agenda cultural e dicas. Já é um espaço alternativo conhecido aos que desejam informação sobre as novidades do meio, bem como também pelos que se interessam pelo resgate de artistas consagrados.

“Será uma noite de boa música e muitas surpresas”, revela Paulo Ragassi.

Serviço:

Evento: Ta Ligado comemora 5 anos e promove festa no Ao Vivo Music, com:

Izzy Gordon, Beatriz Rodarte, Thiago Varzé, Lucy Campos, Gerson Conrad & Trupi, Tavito, Andrea Costalima e Tércio Guimaraes.

Data: 12 de Novembro

Local: Ao Vivo Music | Rua Inhambú, 229, Moema

Horário: A Partir das 20h

Reservas: www.aovivomusic.com.br

Valor: R$20,00

Paulo Monarco e Dandara ©Manu Oristanio (1)

Nesta sexta no PROGRAMA TA LIGADO, Paulinho Ragassi e Carolina Hossri recebem nos estúdios da AllTV a cantora Dandara e o músico e compositor Paulo Monarco, falando de suas carreiras e do espetáculo Dois Tempos de Um Lugar – Paulo Monarco e Dandara. “Dois Tempos de um Lugar” – Paulo Monarco e Dandara apresentam um espetáculo no qual os personagens que se entrelaçam através das canções dão vida a história de dois jovens artistas e suas inquietudes. Além disso, mais um clipe das antigas, das que arrepiaram, e muitas dicas culturais para o seu final de semana!!! Tudo isso a partir das 15 h pela http://www.alltv.com.br !

Dandara é um caso raro de cantora com características muito próprias. Além de uma técnica apurada, timbre de voz incomum– é uma intérprete vigorosa, de presença de palco forte, e sensibilíssima. Aos 22 anos de idade e 6 anos de carreira, já foi diversas vezes premiada em festivais de música brasileira por todo país. Destes prêmios destacam-se o 1º Lugar no 36º Festival de Música Brasileira de Ilha Solteira com a música Pirataria que compôs com sua mãe, Ieda Varejão e o Prêmio Musique do Estadão Edição Tom Zé, no qual foi intérprete de “Pavana Para Uma Terra Viva” canção vencedora escolhida pelo próprio Tom Zé. Em sua formação musical, Dandara passou pela ULM (Escola de Música do Estado de São Paulo Tom Jobim), Pat Escobar, Jeane LoVetri (New York/USA) entre outros. Atualmente tem orientação vocal de Sandra Espiresz. Em 2013 o produtor e DJ alemão Markus Popp lançou na Europa, Estados Unidos e Japão o disco Calidostópia, no qual Dandara participa como cantora e compositora em 5 faixas. Partindo de um repertório de canções de jovens compositores brasileiros (Bruno Batista, Caê Rolfsen, Dani Black, Demetrius Lulo, Pedro Altério, Pedro Viáfora, Rafa Barreto, Tó Brandileone, Vinicius Calderoni), Dandara junta-se ao pianista Bruno Piazza e ao baixista Igor Pimenta. A busca é uma sonoridade orgânica, viva, que se apropria de uma formação clássica, acústica. e resignificando essa referência, chegando a uma estética moderna, simples e audaciosa. Vem desenvolvendo o espetáculo “Dois Tempos de Um Lugar” (com direção de Vinicius Calderoni, cenografia e figurino de Caroline Ricca Lee e produção de Daniel Lima) e a gravação do álbum (com direção musical de Swami Jr.) em duo com músico, compositor e cantor Paulo Monarco.

Paulo Monarco iniciou sua trajetória em Cuiabá, onde participou de muitos trabalhos, seja
como compositor, músico, arranjador, dirigindo shows, produzindo discos, mas principalmente no palco, em seus espetáculos, como intérprete de suas próprias canções. Em 2009 lançou (no teatro do SESC Arsenal, em Cuiabá) a edição limitada do EP Malabares com Farinha. A partir deste trabalho inicia constantes excursões pelo interior do Brasil, percorrendo várias regiões e se apresentando em festivais da canção (Fampop, Prêmio Botucanto), mostras e feiras de música (Femucic, Feira da Música de Fortaleza, Conexão Vivo). Como compositor teve músicas gravadas por proeminentes artistas da cena paulistana como Graça Cunha (a cantora da Banda Altas Horas incluiu A saber o sabor, parceria com Álisson Menezes, em seu mais recente álbum: Tiro de Letra), Celso Viáfora (inaugurou as parcerias Venha e Questão de Fé, no álbum/romance Amores Absurdos) e Pedro Viáfora (a parceria Não dê Bobeira, no álbum Feliz pra Cachorro). Já se apresentou em importantes teatros e casas de show em São Paulo, como Memorial da América Latina e Tom Jazz. Vem desenvolvendo o espetáculo “Dois Tempos de Um Lugar” (com direção de Vinicius Calderoni, cenografia e figurino de Caroline Ricca Lee e produção de Daniel Lima) e a gravação do álbum (com direção musical de Swami Jr.) em duo com a cantora e atriz Dandara. Concomitantemente prepara a gravação de seu projeto solo de canções, repleto de parcerias inéditas – com Celso Viáfora, Dulce Quental, Suely Mesquita, Zeca Baleiro –, e com produção de Tó Brandileone e Bruno Giorgi, o álbum Inteiro.

GabrielGuedes

Gabriel Guedes  filho do cantor e compositor do Clube da Esquina Beto Guedes é multi instrumentista , constrói  instrumentos e é idealizador  do Projeto Piano na Praça  que tem o objetivo de popularizar e deixar a disposição do povo em praças públicas o Piano que ainda é um instrumento pouco acessível a grande população. Em Belo Horizonte este projeto já contempla cinco pianos nas Praças da Savassi, Bernardo Monteiro, Praça do Papa, Orlando e Praça Sete.

Neste mês de Setembro o projeto se expande para outros estados, São Paulo e Rio de Janeiro. Em São Paulo o início do projeto já tem data marcada para o dia 21 de Setembro no Vozes do Porão da USP o evento  será para arrecadar fundos para o piano através de um show em homenagem ao Clube da esquina liderado por Gabriel Guedes e pela cantora e compositora  mineira Beatriz Rodarte com participação especial de Tavito  integrante  do Som Imaginário.

Assista ao vídeo de divulgação:

HISTÓRICO GABRIEL GUEDES

Gabriel Guedes

Gabriel Guedes é músico, piloto de avião e luthier, filho do músico Beto Guedes. Apaixonado por aviões, começou fazendo aeromodelos e hoje em dia faz violões, violinos e bandolins. Em 2004 gravou um cd interpretando chorinhos de seu avô Godofredo Guedes. No final de 2012 lançou seu cd autoral, com grandes participações, entre elas seu pai Beto Guedes, Milton Nascimento, Flavio Venturini, Toninho Horta e Lô Borges.            

Gabriel Guedes é multi instrumentista, tendo como instumento base o piano, passando pelo bandolim, viola caipira, violino, baixo entre outros. Sua influência musical, além da música clássica, vem do clube da esquina, onde Gabriel vivenciou todo esse movimento desde a sua primeira infância.

 

HISTÓRICO BEATRIZ RODARTE

BeatrizRodarte

Mineira de Belo Horizonte, Beatriz Rodarte começou sua carreira aos dez anos. Teve aulas de canto com o mestre Maurício Tizumba. Ainda na adolescência participou de diversos projetos musicais como Trampolim, Canto em Qualquer Canto, Ensaio Aberto, Mostra de Cantores, entre outros.

Mais tarde fez parte do grupo Tambor Mineiro e participou da gravação do primeiro CD “Tambor Mineiro”. Com este trabalho dividiu o palco com nomes como Chico César, Paula Santoro, Pedro Luis e Milton Nascimento.

 

Ao longo da sua trajetória, teve participações em inúmeros CDs de artistas como Ezequiel Lima, Péricles Garcia, Banda Pendulum, Alexandre Az, Banda Alcalyno, Trio Jerimum e Trio Bodocó. A cantora também fez parte do grupo Harém da Imaginação.

 

O primeiro disco solo de Beatriz Rodarte, “Circo de Ilusões”, foi lançado em 2009 Neste trabalho, a artista invoca seu talento percussivo e o alia com o potencial da sua voz. A obra marcou sua entrada no caminho das composições autorais e também contou com músicas de Milton Nascimento e Ronaldo Bastos que elogiaram a interpretação da cantora.

Este ano Beatriz está lançando seu novo disco intitulado Natural que contém nove canções  em estilo soft Rock, sete músicas são autorais com parceiros renomados como Carlos Colla (Compositor predileto de Roberto Carlos, Sandra de Sá entre outros) e Maurício Santini (Compositor de sucessos de Paula Fernandes) e duas faixas são versões de clássicos do Clube da Esquina.

 

SERVIÇO:

Data: 21 de Setembro de 2013.

Horário : 22 horas.

Local: Vozes do Porão. Rua Riachuelo, 194, Centro, São Paulo (“Porão”, sob a Faculdade de Direito do Largo São Francsico).

Consumo: Dinheiro/cartões de débito e crédito.

Ingresso: 20 Reais.

Informações: (11) 999987974

 

capa_meteorico_chapada

No ano em que o lançamento do primeiro disco do grupo Secos & Molhados completa 40 anos, Gerson Conradpresenteia os fãs com Meteórico Fenômeno – Memórias de um Ex-Secos & Molhados, da Anadarco Editora, livro em que Gerson traz recordações da época em que integrou, junto com João Ricardo e Ney Matogrosso, a banda de sucesso estrondoso.

Conduzido nos anos 70 pelo produtor Moracy do Val, o grupo Secos & Molhados lotou ginásios e atingiu recordes de venda de discos de forma pioneira no Brasil.

Assistam o vídeo de “Rosa de Hiroshima”:

 

Livro intencionalmente breve e de fácil leitura, apresenta fotos de Ary Brandi e episódios curiosos sobre os primórdios do grupo, os primeiros shows, a irreverência dos rostos pintados e a sequência de acontecimentos que levou à dissolução daquela brilhante – porém curta – formação original.

O livro será lançado com a presença do autor Gerson Conrad no dia 19 de setembro, às 19h, na livraria FNAC Pinheiros, Praça dos Omaguás, 34 – Pinheiros.

www.livrariadaana.com.br

Tomas Rangel Photography

Nesta sexta no PROGRAMA TA LIGADO, Paulinho Ragassi e Carolina Hossri recebem nos estúdios da http://www.alltv.com.br o cantor e compositor PEDRO SÁ MORAES, falando de sua carreira e mostrando algumas canções do seu segundo álbum solo intitulado “Além do Princípio do Prazer”

Assista ao clipe “Incomunicável”: